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quinta-feira, março 26, 2015

Apegadas Grande Reserva 2011



Região (DOC): Douro / Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Barroca    / Produtor: Quinta das Apegadas Soc. Agrícola, Lda / Enólogo: Rui Cunha /   Tipo: Tinto /    
Ano: 2011 / Álcool: 14,5%.


Em 2000, Cândida e António Amorim, adquirem no Douro, mais propriamente em Mesão Frio, uma propriedade, conhecida como  Quinta das Apegadascom cerca de 3,2ha dos quais 2ha são vinha,  totalmente reconvertida a partir de 2002. Em 2003 é então oficializada a criação da Quinta das Apegadas Soc. Agrícola, Lda.

Pouco tempo depois surge a oportunidade de adquirirem, também, a centenária Quinta da Velha, localizada  no concelho da Régua, na margem direita do rio Douro, esta com cerca de 14ha, dos quais 10ha são vinha e onde, em 2006, viriam a construir a sua adega.

Este, Apegadas Grande Reserva 2011, é um vinho oriundo da Quinta a Velha, produzido apenas em anos especiais, com os cuidados conferidos a um vinho de topo, dos quais saliento os 18 meses de estágio em barricas novas de carvalho francês. Um vinho marcado essencialmente pelos seus 80% de Touriga Nacional e pela moderada presença dos 16% de Touriga Franca que, muito provavelmente, lhe vem potenciar a estrutura.

Um tinto de tom rubi medianamente profundo, nariz, intenso, do qual sobressaem boas notas a frutos silvestres maduros envoltos num subtil toque floral e um indelével toque a barrica expresso pelo seu tom especiado e graciosamente tostado. Na boca, equilibrado e sóbrio, onde os seus polidos taninos  marcam o compasso de uma estrutura bem desenhada suportada por uma delicada acidez que, para além da frescura, incita a um fim de boca amplo e prolongado.

Um tinto que, em minha opinião, apesar da sua belíssima qualidade ficou, pelos excelentes argumentos com que se apresentava, um pouco aquém das minhas expetativas. Contudo estamos perante um belíssimo vinho, com uma boa relação qualidade/preço, que certamente irá agradar a muita gente.

Nota Pessoal:16,5
Preço: €17 (Ref.)




Quinta das Apegadas Soc. Agrí. Lda.
 
5040- 151 Mesão Frio
Tel: (+351) 254 899 438 / 966 000 468
E-mail: apegadas@apegadas.co.pt
Site: www.apegadas.co.pt/

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Morgado de Sta. Catherina Reserva 2012



          Região (DOC): Bucelas / Castas: Arinto / Produtor: Quinta da Romeira Sa /        Enólogo: João Corrêa / Tipo: Branco / Ano: 2012 / Álcool: 14%.


Talvez por ser um excelente Arinto. Talvez por ser, apenas, um dos brancos de Bucelas que mais aprecio. Ambas fortes razões para seja um habitué cá do sitio! Agora na sua versão 2012.

Gostaria, como nota introdutória, caso já não o tenham feito anteriormente, de vos propor a leitura de umas breves linhas de enquadramento histórico, sobre o vinho de Bucelas,   Aqui, narrado a quando a apresentação do Morgado de Sta. Catherina Reserva 2010.

No entanto em boa verdade, no meu artigo anterior, pouco ou nada referi  sobre a  Quinta da Romeira, não me quis alargar demasiado e acabei omitindo alguns factos que não deixam de ser, de certa forma, relevantes para o enquadramento do vinho que aqui vos trouxe. A Quinta da Romeira, existe desde 1703, teve sem dúvida alguma um papel determinante no reconhecido mérito do Arinto de Bucelas. Dos seus 130ha,  75ha são vinha. Para termos uma ideia ,  Quinta da Romeira, detém 37,5%, de toda a área de vinha existente na região de Bucelas, área que ronda sensivelmente os 200 ha.

Atualmente, a Quinta da Romeira é propriedade, recente, da Wine Ventures, liderada por Francisco de Sousa Ferreira, o seu principal acionista. A enologia ficou a cargo de Manuel Pires da Silva e da jovem Maria Godinho, contando ainda  com a preciosa colaboração de Manuel Vieira . Um projeto que se reforça e renova com a entrada, das novas ideias e vontades, destes  exprientes e reconhecidos senhores.

Um Arinto de grande classe, é o que me apraz adjetivar quando me refiro a este Morgado de Sta. Catherina Reserva 2012. Um vinho que nos continua a brindar, na sua essência, com os predicados com que nos habituou nas suas colheitas anteriores.

Um branco de tom citrino claro, no nariz, mostra alguma exuberância, os tons cítricas embrenha-se em notas de ananás maduro e algum maracujá, notas subtis mel e uma evidenciada tosta proveniente das barricas. Na boca mostra-se algo cheio, untuoso e com grande equilibrio,  sustentado por uma excelente acidez que lhe determina a elegância e um fim de boca muito prazeroso.

Penso que após tudo o que aqui referi ficou claro o meu enorme agrado por este Arinto! Recomendi-lhe vivamente a sua harmonização com pratos de peixe, carnes brancas e alguns queijos, não muito intensos, mas que exijam um branco já com alguma estrutura.

Nota Pessoal:16,5
Preço: €9 (Ref.)



Quinta da Romeira SA

2670 - 678 Bucelas
Tel: (+351) 219 687 023 / 219 687 071
E-mail: nfo@wineventures.eu
Site: www.wineventures.eu

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Munda Touriga Nacional 2007



Região (DOC): Dão / Castas: Touriga Nacional / Produtor: Fontes da Cunha SA / Enólogo: Francisco Olazabal e Joana Cunha / Tipo: Tinto / Ano: 2007 / Álcool: 14%.


Este foi, dos que provei nestes últimos tempos, um dos monovarietais, Touriga Nacional, que melhor expressou o excelente caracter desta casta.

Apesar da enorme e reconhecida relevância da Touriga Nacional no contesto vinico nacional, nestes últimos tempos, muitos são aqueles que, neste formato monocasta, não têm conseguido evidenciar as verdadeiras virtudes desta casta.

Talvez seja esta a razão pela qual tenho, tendencialmente,  desde há algum tempo para cá, tenho vindo a preferir a Touriga Nacional, quando integrada em blend. No entanto, pessoalmente, sou grande apreciador desta casta, principalmente quando se expressa de uma forma genuína e com alguma maturidade.

De volta ao Munda Touriga Nacional 2007, como já acima referi, um vinho do Dão, mais propriamente da Quinta do Mondego, um Touriga Nacional de grande categoria, com 18 meses de estágio em barricas novas de carvalho francês e mais um punhado de anos em garrafa. .

Um vinho de tom rubi denso, levemente profundo, no nariz, aroma sem grande exuberância mas ainda com boa intensidade, pejado de elegantes notas florais, e algum fruto negro bem maduro, algo especiado e subtilmente tostado. Na boca, fresco, cheio, quase mastigável, conjunto muito elegante, balanceado por finos taninos que lhe conferem um final longo e interminável.

Um tinto soberbo que marca pelo seu caracter educadamente autoritário, exigindo pratos ou queijos um pouco mais intensos, poderá tambem ser apreciado a solo como tempero de uma boa conversa.

Nota Pessoal:17.5
Preço: €17 (Ref.)



Quinta do Mondego

Estrada do Mondego - Caldas da Felgueira
3520 Nelas
Tel: (+351) 226 173 525
E-mail: quintadomondego@iol.pt

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Curral Atlântis Verdelho e Arinto 2013


Região (DOC): Açores-Pico / Castas: Verdelho e Arinto  Produtor: Curral Atlântis / Enólogo: Paulo Laureano / Tipo: Branco / Ano: 2013  / Álcool: 14,5%.


Para inicio deste novo ano, escolhi um vinho Açoriano. Curral Atlântis (Verdelho e Arinto) 2013o vinho Açoriano de 2013 que, em minha opinião, melhor espelha a qualidade dos vinhos que os Açores têm para oferecer, um vinho Curral Atlântis.

Cada vez mais são as vozes que, impelidas pelo agrado, se manifestam surprendidas com os vinhos Açorianos.  " Não fazia ideia ...! Está muito bom! ".


Este é realmente um exemplo de um belíssimo branco, oriundo da ilha do Pico, onde as castas, Verdelho e Arinto dos Açores, através de uvas que brotam de cepas resguardadas por currais de basalto negro, assumem uma expressão muito própria, fazendo destes, vinhos realmente singulares. 



Prova de um dos lotes de vinhos Açorianos de 2013.


Um branco de tom amarelo citrino e aroma marcado pela tropicalidade do maracujá e ananás maduro, na boca, redondo, muito harmonioso e equilibrado, onde a fruta madura envolvida por uma excelente acidez e um subtilíssimo toque a maresia, marca-lhe o seu excelente potencial gastronómico.

Um vinho com um pendor gastronómico diferenciado, premiando harmonizações com entradas e pratos de alguma complexidade agridoce. Vale mesmo apena experimentar!


Nota Pessoal:16
Preço: €9 (Ref.)



Curral Atlântis

Travessa do Valverde
9950-365 Madalena
Tel: (+351) 292 622 534
E-mail:curraldeatlantis1@sapo.pt

segunda-feira, setembro 15, 2014

Moscatel Roxo (rosé) 2013

  

Região (Doc): Setubal / Castas: Moscatel Roxo / Produtor: José Maria da Fonseca / EnólogoDomingo Soares Franco / Tipo: Rosé / Ano: 2013 / Álcool:12,5%


Fugazmente se foram as férias, tempos de descanso, de retemperar forças. Do largo lote de vinhos degustados, ficou-me nas graças, entre outros, este Moscatel Roxo (Rosé) 2013, um vinho José Maria da Fonseca, apresentado sob a chancela "Coleção Privada"  Domingos Soares Franco. 

Desde logo o seu tom rosado salmão, aberto, apela à nossa atenção, tal como o seu aroma fresco e de boa intensidade, marcado por elegantes notas florais (rosas...) e algumas sugestões a citrinos e morangos. Na boca mostra-se seco, fresco e subtilmente complexo, marcado pelas boas notas a fruta, grande equilíbrio e finura. Muito interessante! 

Despretensiosamente distinto, um rosé que se vai evidenciando, num mercado em que os rosés vão paulatinamente ganhando algum espaço. Vale a pena experimentar! 


Nota Pessoal: 16
Preço: €10 (Ref.)

terça-feira, junho 17, 2014

Quinta do Crasto - Reserva (Vinhas Velhas) 2011


Região (Doc): Douro / Castas: (várias) / Produtor: Quinta do Crasto Enólogo: Manuel Lobo / Tipo: Tinto / Ano: 2011 / Álcool 14,5%

Eis um dos mais emblemáticos vinhos da Quinta do Crasto, o clássico, Quinta do Crasto - Reserva (Vinhas Velhas). Um vinho de pergaminhos firmados, reconhecido pela sua consistente qualidade. O seu invejável palmarés é bem prova disto!


De salientar que este Quinta do Crasto - Reserva (Vinhas Velhas) 2011, é composto por cerca de 30 castas diferentes, provenientes de vinhas que rondam em média os setenta anos de idade. O estágio de 18 meses em pipas de carvalho, vem reforçar-lhe, a boa complexidade, normalmente já abonada por vinhas como estas com alguma idade.

Grande ano este 2011, principalmente no Douro! Pelo que já seria expetável que este Quinta do Crasto (Vinhas Velhas) - Reserva 2011, saísse com este nível.

Tom rubi carregado. Aroma intenso e fresco, marcado por frutos silvestres, um leve toque floral e alguma esteva, excelentes notas especiadas e subtis sugestões a barrica. Na boca a frescura e a elegância marcam toda a prova, taninos finos regem o compasso de uma estrutura de grande harmonia e equilíbrio, termina longo e algo persistente. 

Estamos uma vez mais perante um vinho de grande classe, apesar do seu evidente e habitual potencial evolutivo, está desde já pronto para ser condignamente apreciado. Um vinho feito para brilhar numa mesa de gente amiga!

Nota Pessoal: 17
Preço: €25 a €30 (Ref.)

quinta-feira, maio 01, 2014

Loios (branco) - 2013

 
Região (Doc): Alentejo / Castas: Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro   Produtor: J.Portugal Ramos / Enólogo: João Portugal Ramos   Tipo: Branco / Ano: 2013 / Álcool: 12,5%

Praticamente acabado de chegar ao mercado aqui está o Loios (branco) 2013 uma entrada de gama, da J. Portugal Ramos Vinhos, já aqui apresentado na sua colheita de 2012.

O que é facto, é que, colheita após colheita, este vinho de Estremoz mantêm-se fiel ao seu propósito. Ser, um branco, feito para agradar. O seu ponto forte, já lhe é referência, a sua excelente relação qualidade/preço! 

Com a adesão à recente iniciativa Europeia Business & Biodiversidade a J. Portugal Ramos, lança este Loios (branco) 2013, com uma garrafa mais leve 420 gramas. Esta nova politica, sem colocar em causa a qualidade do vinho, vem, obviamente, referenciada por uma mais valia económica e ambiental.

Um branco de tom citrino claro. Nariz fresco, marcado por elegantes notas cítricas e um leve tom vegetal. Na boca, a frescura suportada por uma acidez muito bem integrada são o pendor de um conjunto bem equilibrado e adornado pelas já referenciadas notas aromáticas. Termina como começou fresco e elegante. 

Vinho fácil de encontrar e muito consensual. Com uma belíssima aptidão para acompanhar os mais variados pratos de peixe e outras iguarias leves. Aqui fica a sugestão! 

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €2 a €5 (Ref.)

quinta-feira, abril 17, 2014

Lopo de Freitas - 2004


 
Região (Doc) Bairrada . Castas Baga, Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon .  Produtor Caves do Solar de São Domingos . Enólogo (atualmente) Suzana Pinho . Tipo Tinto .  Ano 2004  .  Álcool 13,5%

Feliz acaso este! Deparei-me recentemente com este Lopo de Freitas - 2004, um Bairradino, oriundo de uma das caves mais conceituadas deste País, Caves do Solar de São Domingos, fundada acerca de setenta e sete anos, por Elpídio Martins Semedo, sucedido, em 1970, na sua liderança por Lopo de Sousa Freitas, o senhor que premiou este vinho doando-lhe o seu nome.

Lopo de Sousa Freitas, foi, por cerca de quatro décadas, o rosto das Caves do Solar de São Domingos, o responsável pela profunda modernização desta em 2006.
Aos 85 anos, apesar de afastado das funções de administrador, era presença assídua e estimada por aquelas paragens. Infelizmente, em novembro passado, faleceu.

Continuará para sempre ligado, não só, às Caves do Solar de São Domingosmas a toda a região da Bairrada, a quem, como fundador, deixa como legado, a Academia do Vinho da Bairrada e a Confraria da Bairrada.

O vinho, para mim, também é isto. Histórias que perduram e os tornam únicos

Este Lopo de Freitas - 2004, é para além de tudo, um blend marcado pela Baga, de tom rubi a tender para o grenat, apresenta-se com um bouquet, elegante, marcado por notas a frutos em passa, uma excelente envolvência vegetal e um leve tom especiado. Na boca, confere os tons aromáticos, apresenta-se fresco, bastante equilíbrado e elegante, taninos finos a compor a boa estrutura, final médio.

Sem dúvida um dos melhores tintos, das  Caves do Solar de São Domingos, que provei!

Nota Pessoal: 17
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quinta-feira, março 13, 2014

Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010


 
Região (Doc) Douro . Castas (várias) .  Produtor Durham-Agrellos . Enólogo Carlos Agrellos . Tipo Tinto .  Ano 2010  .  Álcool 14%

Com a aquisição em 1991 da Quinta do Espinhal de Baixo,  localizada na  margem direita do Rio Douro, entre o Peso da Régua e o Pinhão, a  família  Agrellos, desde à muito ligada à produção de uvas para comercialização, dá início a uma longa e profunda recuperação das vinhas da quinta. Recuperação esta, que se estende até 2002, ano em que arranca efetivamente com  produção dos seus próprios vinhos.



Marka foi, a partir de 2004, a bonita forma que a família de José Carlos Agrellos encontrou para homenagear, uma grande impulsionadora deste projeto, Marjorie Kathleen Durham Agrellos , atribuindo como marca, aos seus vinhos, a conjugação das duas primeiras sílabas dos nomes próprios.

Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010, um verdadeiro vinhas velhas, elaborado a partir de uvas oriundas de cepas que rondam os setenta e quatro anos, pertença de um vinhedo, composto por cerca de duas a três dezenas de castas diferentes. 

Estes vinhas velhas , são realmente um pequeno espólio do nosso rico património ampelográfico. São vinhos únicos! Um lote composto por um tão elevado número de castas diferentes, a existir, fora deste rectângulo Português, tratar-se-á efetivamente de uma raridade.

Estas vinhas velhas, normalmente com baixos índices de produção, dão origem a vinhos concentrados e complexos, como este  Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010, seguramente um dos seus dignos representantes.

De tom rubi carregado, aroma concentrado, marcado pela fruta preta e um leve toque vegetal, envolto em notas tostadas, especiadas e algo abaunilhadas. Boca marcada pela frescura e elegância, confere na sua essência as suas principais notas aromáticas, boa complexidade e bons taninos a suportar uma estrutura bem desenhada, final médio. 

Já vem sendo habitual esta minha referência à jovialidade/potencial evolutivo de alguns dos, recentes e mais estruturados, vinhos, que tenho vindo a apresentar. Mas efectivamente, em minha opinião, o  Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010,  apesar de, desde já, nos poder proporcionar uma belíssima prova, ira certamente ganhar com mais algum tempo em garrafa.

Partindo do princípio que poderá não estar para esperas! Deixe-o pelo menos respirar durante uma ou duas horas, e aprecio-o até à ultima gota.

Nota Pessoal: 16,5
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Guia de Boas Compras - 2014




     

       Espumantes
       
    • Montes Claros - (Bruto) 2010; Alentejo; 5€ a 10€. 
    • Quinta das Bágeiras - Super-Reserva (Bruto) 2010; Bairrada; 5€ a 10€. 
    • Quinta do Poço do Lobo (Arinto e Chardonnay) - (Bruto) 2008; Lisboa; 5€ a 10€. 


           Brancos
    • Herdade do Esporão (Verdelho)  - 2012; Alentejo; 5€ a 10€. 
    • Herdade Grande (Verdelho e Alvarinho) - 2012; Alentejo; 5€ a 10€.   
    • Cabriz (Encruzado) - 2012; Dão; 5€ a 10€. 
      • Castello de A'lba  - Reserva 2011; Douro; 2€ a 5€. 
      • Quinta do Gradil (Sauvignon Blanc e Arinto) - 2012; Lisboa; 5€ a 10€. 
      • Muros Antigos (Alvarinho) - 2012;Vinho Verde; 5€ a 10€. 
      • Soalheiro (Alvarinho) - 2012;Vinho Verde; 5€ a 10€. 
      • Contacto (Alvarinho) - 2012Vinho Verde; 5€ a 10€. 


             Tintos
           
        • Loios - 2012; Alentejo; 2€ a 5€.
        • Herdade do Paço do Conde - Reserva 2009; Alentejo; 5€ a 10€. 
        • Quinta das Bágeiras - Reserva 2009; Bairrada; 5€ a 10€. 
        • Quinta do Valdoeiro - Reserva 2009; Bairrada; 5€ a 10€. 
        • Tons - 2012; Douro; 2€ a 5€.
        • Silica - 2010; Douro; 2€ a 5€.
        • Assobio - 2011; Douro; 5€ a 10€. 
        • Duorum - 2011; Douro; 5€ a 10€. 
        • Pasmados - 2011; Setúbal; 5€ a 10€. 


               Rosés
             
          • Dona Maria - 2012; Alentejo; 5€ a 10€. 
          • Pousio - 2012; Alentejo; 5€ a 10€. 
          • Condo do Vimioso - 2012; Ribatejo; 2€ a 5€. 



             
          Leve consigo! 
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