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quarta-feira, setembro 18, 2013

Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010


Região (Doc) Bucelas . Castas Arinto . Produtor Companhia das Quintas .  Enólogo João Corrêa & Nuno de O . Tipo Branco .  Ano 2010  .  Álcool 13,5%

DBucelasmais propriamente da Quinta da Romeira chega-nos este, Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010
Reconhecida atualmente como a capital do Arinto, Bucelas, transporta na sua história alguma dfama que os seus vinhos obtiveram noutros tempos por outras paragens.
Pela altura das invasões Francesas, mais propriamente pela mão dos militares ingleses, grandes apreciadores destes vinhos, viria a tornar-se numa das primeiras regiões exportadoras de vinho, a verdadeira ponte para a sua internacionalização tem aqui a sua origem.
Com o fim desta guerra peninsular, os vinhos de Bucelas não caíram no esquecimento, pelo contrario, a sua exportação viria mesmo a intensificar-se. A corte inglesa havia-se rendido a estes vinhos.
Mas com o tempo, essa conquista por terras de sua majestade, foi-se desvanecendo. Que aconteceu? Talvez não tenhamos cuidado como deveríamos do nosso "Charneco" ou "Lisbon Hock" (vinho branco de Lisboa, tal como era conhecido)! Talvez as modas na corte tenham seguido outro destino! Talvez!

Felizmente nestes últimos anos, Bucelas, vem reencontrando o seu caminho, o seu famoso Arinto tem vindo a contribuir fortemente para o reconhecimento da qualidade dos seus vinhos. Actualmente, entre alguns dos seus excelentes embaixadores, temos este Morgado de Sta. Catherinaum branco, ou melhor um Arinto de grande classe, com uma estrutura e consistência admirável.

Recomendo-lhes vivamente este Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010um branco de excelente recorte. Das várias e belíssimas harmonizações que já tive o privilégio de efetuar com este vinho, deixo-vos a sugestão. Experimente-o a acompanhar com uns bifes de atum, harmonização simplesmente fabulosa!
  
Notas de Prova

Cor amarelo citrino levemente carregadoAroma dominado por notas a citrinos numa versão subtilmente compotada, ao abrir-se soltam-se algumas notas mais tropicais a ananás e leves sugestões a mel, tudo muito bem balanceado por uma excelente mineralidade e uma suave envolvencia a barrica. Na boca mostra-se fresco, cheio e bastante equilibrado, excelente simbiose entre a fruta, as notas meladas, a madeira e uma mineralidade bastante correta, final elegante e discreto.

Nota Pessoal: 17
Preço: €5 a €10 (Ref.)

quinta-feira, julho 11, 2013

Loios (branco) 2012


Região (Doc) Alentejo . Castas Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro . Produtor J. Portugal Ramos . Enólogo João Portugal Ramos . Tipo Branco .  Ano 2012  .  Álcool 12,5%

Este é certamente um dos vinhos que, para a maioria dos que por aqui passam, dispensa qualquer tipo apresentação. Contudo, para os que ainda não tiveram oportunidade de o provar, apraz-me apenas dizer o seguinte. Experimentem este Loios 2012! Um branco Alentejano com a assinatura de João Portugal Ramos.

Uma entrada de gama belíssima! Fresco, saboroso e a um excelente preço. Um vinho muito consensual, tal como na sua versão tinto, a relação qualidade/preço é sem duvida alguma o seu grande trunfo.

Pronto para todas frentes, é realmente um vinho que se adapta perfeitamente a variadíssimas situações e a um vasto leque de harmonizaçõesLoios 2012, um vinho a beber.  Aproveite! 


Notas de Prova

Aspecto amarelo citrino, límpido e levemente brilhanteAroma intenso, marcado por alguma fruta branca (ameixa), lima e um subtil toque vegetal. Paladar fresco e bastante equilibrado, onde se sobressai alguma secura, boa fruta, e uma acidez muito bem integrada a suportar um conjunto algo cheio e saboroso. Termina longo.

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €2 a €5 (Ref.)

quinta-feira, junho 27, 2013

Hexagon 2008


Região (Doc) Setubal . Castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Syrah, Tinto Cão e Tannat . Produtor José Maria da Fonseca . Enólogo Domingos Soares Franco . Tipo Tinto .  Ano 2008  .  Álcool 13,5%

Já lá vai algum tempo, desde da minha última publicação, tempo de outros afazeres!
É certo que este mesmo tempo, pelo menos por terras Lusas, não está para aventuras. Escrever sobre vinhos nos tempos que correm, faz sentido se tivermos a noção que estamos a escrever essencialmente para um público que maioritariamente vive num País em crise e cuja a palavra de ordem designa-se por "contenção"

No entanto, cada vez mais notório é o aumento do número de visitantes oriundos de outras paragens, muitas delas, bastante mais afortunadas do que a nossa, procurando essencialmente o melhor que temos para oferecer. Este é motivo suficiente para que, de quando em vez, se publiquem alguns destes vinhos de topo. Mostrar a quem puder pagar por eles a excelência dos vinhos Portugueses. Como no caso deste Hexagon, o topo de gama da José Maria da Fonseca.

Nunca é demais realçar a grandiosidade desta casa, apesar de já muito se ter escrito sobre estes seus vinhos, será sempre um enorme prazer provar e apresentar aqui no Lugar de Baco as novas colheitas do Hexagon, um vinho de grande categoria, cuja a colheita de 2003, a primeira que provei, deixou-me realmente a sua marca.
Posteriormente,  com o Hexagon 2005, a coisa já não me correu tão bem, tive pressa, provei-o cedo demais! Enfim! Por vezes acontece! Não sei se a culpa foi inteiramente minha, por o ter provado logo que chegou ao mercado, ou se foi fruto de uma comercialização ligeiramente prematura.

Um vinho produzido apenas em anos de qualidade certificada, com cuidados redobrados, assente numa combinação de seis castas, nacionais e estrangeiras e com as quais Domingos Soares Francoatravés da sua mestria, consegue demonstrar o verdadeiro potencial destes nossos vinhos Portugueses.

Falar deste Hexagon 2008, é falar uma vez mais de um vinho de grande classe. Com estágio de cerca de catorze meses em meias pipas novas de carvalho francês e em garrafa desde Março de 2011. Um vinho que apesar de desde já ter muito para nos oferecer, apresenta uma estrutura com grande potencial de evolução. Tal como as colheitas anteriores, um vinho que não quer pressas, vinho para muitos e bons anos.
Merecedor de cuidados, bons copos, temperatura adequada (16ºC). Uma boa harmonização com bons pratos de carnes, queijos  e a indispensável companhia de bons amigos.

Notas de Prova

Aspecto rubi carregado, profundo. Aroma discreto, algo complexo, demarcado por notas a fruta preta, ponteado por um subtil toque floral, suavemente vegetal, com algum chocolate preto e um leve tostado. Paladar boa complexidade, excelente equilíbrio entre o vigor e elegância, o que lhe confere  uma excelente frescura de boca,  mantém as boas notas a fruta preta, o toque vegetal e uma madeira muito bem integrada. Taninos  de grande qualidade. Final elegante e prolongado.

Nota Pessoal: 17,0
Preço: €39,50 (Ref.)

quinta-feira, março 14, 2013

Quinta de Camarate 2009


Região (Doc) Setúbal . Castas Touriga Nacional, Aragonez, Cabernet Sauvignon e Castelão . Produtor José Maria da Fonseca . Enólogo Domingos Soares Franco . Tipo Tinto .  Ano 2009  .  Álcool 13%
  
Deram-lhe o nome da quinta de onde provem, Quinta de Camarate. Situada em Azeitão e pertença da José Maria da Fonseca à praticamente 100 anos, conta com uma área de cerca de 110ha, dos quais, 40ha são de vinha. Tendo em conta as castas já existentes e a introdução, em 1994, de novas  castas, assim como algumas replantações, faz com que a José Maria da Fonseca conte com uma colecção ampelográfica de cerca de 560 Castas, portuguesas e estrangeiras. A restante área da Quinta de Camarate, destina-se ao pastoreio de ovelhas, daqui que sai o famoso Queijo de Azeitão.

Apesar de bastante familiarizado com os vinho José Maria da Fonseca, e concretamente com o vinho em questão, confesso que esta colheita foi uma agradável surpresa, gostei! Este Quinta de Camarate 2009, para mim, está uns pontos acima das colheitas anteriores.

Um vinho bem feito, equilibrado e com graça. Aqui está um vinho capaz de agradar um leque bastante vasto de apreciadores. Como harmonização, deixo, neste caso, a sugestão mais natural, o Quinta de Camarate 2009 com o próprio e famoso Queijo de AzeitãoO preço faz dele uma boa compra.

Notas de Prova

Aspeto rubi, profundo. Aroma intenso e fresco, carregado de notas a fruta  de baga preta madura (cereja, framboesa, groselha ...), boas sugestões vegetais e um leve toque a pimentos, ponteado por subtis notas a tosta. Paladar intenso mas com excelente equilíbrio entre o vigor e elegância  confere as boas notas a fruta, o toque vegetal, assim como a subtil barrica, corpo médio, taninos presentes mas muito bem integrados num conjunto guloso e fresco. Final medianamente persistente.

Nota Pessoal: 16
Preço: €7,50 (Ref.)

sexta-feira, março 01, 2013

Charme 2010


Região (Doc) Douro  .  Castas Tinta Roriz, Touriga Franca, outras  Produtor Niepoort Vinhos .  Enólogo Dirk Niepoort e Luís Seabra   Tipo Tinto Ano 2010 . Álcool 13,0%

Charme, nascido no coração Douro, mais própria-mente no Vale do Mendiz, em pleno vale do rio Pinhão. Onde pequenos vinhedos de cepas, com 70 e mais de 100 anos, lhe dão a proveniência.Um vinho algo singular por estas bandas, reluzente de cuidados e particularidades.

Vinificado em lagares de pedra, onde o engaço permanece durante o suave pisa pé e a curta maceração no lagar. Vem a terminar a fermentação alcoólica e maloláctica em barricas de carvalho francês,  onde permanece em estágio por cerca de catorze meses.

Um vinho,  que prima pela elegância e requinte, desde a distinta garrafa de traços borgonhês de vidro pesado e a sua longa rolha, à delicadeza e a finesse do seu néctar. Em boa verdade tudo se compadece com o seu próprio nome, Charme.

Já por umas poucas vezes me cruzei com este vinho, outras colheitas é certo, mas sempre possessor de uma coloração algo aberta e de uma requintada elegância. Este é realmente o fio condutor deste vinho, onde Dirk Niepoort vem a depositar a sua inspiração provinda dos Grands Cru Bergonha.
Já vai para algum tempo que recebi este Charme 2010, apesar da tentação, fui adiando a sua prova, talvez por uma crença pessoal. O vinho está pronto para ser apreciado, mas obviamente é um jovem que agradece tempo. Um vinho que só não me surpreendeu pela extrema elegância porque já lhe conhecia o registo, apesar disso é sempre um vinho que nos prende a atenção e nos retira algumas certezas.
Se o levar à mesa faça-o de preferência com carnes brancas pouco condimentadas. O preço é por certo uma limitação, contudo haverá sempre quem o possa pagar.

Notas de Prova

Aspeto rubi claro, abertoAroma expressivo, requintado e elegante, onde  notas a fruta de baga vermelha surgem envolvidas por manifestas notas a tosta e algum tabaco, num fundo vegetal com sugestões a mato, boa complexidade e persistênciaPaladar marcado, por uma enorme finura e elegância, algo especiado, com taninos presentes mas muito bem integrados num conjunto sedoso e fresco. Medianamente encorpado termina longo e persistente.

Nota Pessoal: 17,5
Preço: €60,00 (Ref.)

 

PS. No rótulo, Ficha técnica em QR. (Cód. Barras bidimensional)
Amostra enviada pelo produtor.

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Bétula 2011



Região (Doc) Douro  .  Castas Viognier e Sauvignon Blank .  Produtor Catarina Montenegro Santos Enólogo Francisco Montenegro . Tipo Branco Ano 2011 . Álcool 13,0% 

Muitos foram os que já escreveram sobre este vinho, ano após ano, é presença assídua em quase toda a blogosfera vínica nacional! Um vinho que sai claramente reforçado nesta sua edição 2011, já aqui apresentado nas suas colheitas 2009 e 2010.
É um facto que o ano 2011 foi um ano bom, é um facto que as jovens cepas têm mais um ano, é um facto que estão plantadas numa das melhores regiões do País, mas também é um facto que Francisco Montenegro tem aqui um excelente trabalho. Ainda que o sotaque teime em evidenciar-se, o Viognier e Sauvignon Blank, vão-se mostrando muito bem integrados em Barrô, Vale do Douro.
Apesar de defensor das castas Portuguesas, dou a mão à palmatória, as escolhas destas castas deram este excelente resultado.
Gostei! Gostei deste Bétula 2011, apesar do bom nível a que este vinho nos habituou conseguiu, nesta sua última colheita, superar-se. Este vinho ganhou equilíbrio, elegância, ganhou seriedade sem perder a graça. Um vinho muito bem feito e de excelente pendor gastronômico!

Notas de Prova
Aspeto amarelo citrino, límpido e brilhante. Aroma expressivo e elegante, onde se evidenciam notas fruta, alperce, melão e alguma toranja, tudo brindado por um subtil toque floral, onde sugestões minerais marcam o compasso e potenciam a frescura do conjunto. Paladar confere as boa notas  a fruta, mostrando um ténue toque vegetal, não evidenciado no aroma, assim como um subtil binómio de tosta e mel, envolvido por uma excelente mineralidade e frescura, num conjunto untuoso e bastante harmonioso. Termina longo e persistente.
Nota Pessoal: 17
Preço(Ref): €13,00 

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Frei Gigante 2011



 Região (Doc) Açores - Pico . Castas Arinto (+90%), Verdelho e Tarrantez . Produtor Cooperativa vitivinícola da Ilha do Pico Enólogo Maria Álvares . Tipo Branco Ano 2011 . Álcool 13,5% 
  

Escolhi para início deste novo ano de publicações, uma referência incontornável dos vinhos Açorianos, um habitué neste blog, Frei Gigante, versão 2011Um Picaroto de destaque, já aqui apresentado nas suas colheitas 2007 e 2009. Para conhecerem um pouco mais, poderão sempre rever as edições anteriores.
  
Este é provavelmente o vinho Açoriano, que mais recomendo, não só por se tratar de um dos melhores produzidos nos Açores, mas também por ser aquele que melhor relação qualidade/preço apresenta. Como já referi um vinho obrigatório para quem quer realmente conhecer os vinhos Açorianos.

Em minha opinião igualmente obrigatória, deveria ser a sua presença em toda a carta de vinhos da restauração Açoriana, acredito que para quem visita os Açores será um prazer degustar este Frei Gigante com alguns dos nossos excelentes pratos de peixe e marisco.

   
(Arroz de Cherne)

Gostaria ainda de deixar aqui um elogio à CVIP (Cooperativa Vitivinícola da ilha do Pico), pela manifesta preocupação que tem vindo a demonstrar com a imagem dos seus vinhos. Parabéns pela nova roupagem deste seu Frei Gigante 2011, e do seu novo Lagido Reserva 2004.

Provei este Frei Gigante 2011 praticamente quando chegou ao mercado, pareceu-me precisar de um pouco mais de tempo. Voltei a prová-lo mais umas quantas vezes. Em boa verdade, pareceu-me que paulatinamente veio a evoluir no bom sentido. Pessoalmente acho que este vinho ganhou um pouco mais de finura e elegância relativamente às colheitas anteriores. Continua no patamar de referência que nos habituou.

Notas de Prova

Aspeto amarelo palha, límpido e levemente brilhante. Aroma medianamente intenso, marcado essencialmente pela tropicalidade do ananás e de ténues sugestões a melão, um subtil tom a tosta e com uma envolvencia suave mente mineral e ligeiramente enxofrada. Paladar seco, a confirmar as sugestões frutadas do aroma, o subtil toque enxofrado, temperado por uma boa acidez e uma mineralidade que lhe confere frescura. Corpo médio, final de boca levemente persistente e subtilmente salgado.
  
Nota Pessoal: 16
Preço(Ref): €6,50 (Açores) 

sexta-feira, novembro 30, 2012

Quinta da Jardinete Chardonnay 2011



 Região Açores-São Miguel .   Castas Chardonnay Produtor Topic & Rebelo, Soc.Agrícola,Lda .   Tipo Branco Ano 2011 . Álcool 13,0% 
  

De volta aos vinhos Açorianos! A minha afinidade é óbvia, mas em boa verdade, não o suficiente para me ofuscar a visão.
  
Atualmente é um facto! Nos Açores, já conseguimos ter um leque vinhos (brancos), bastante interessantes, pena serem poucos e em poucas quantidades. Este Quinta da Jardinete Chardonnay 2011, é certamente um destes casos, um vinho Regional dos Açores oriundo de São Miguel, fruto de um pequeno e interessante projeto, dirigido pelo Eng. Mário RebeloUm vinho digno de referência e destaque no cenário vínico Açoriano. Esta é a segunda edição deste Chardonnay "Micaelense".
  
Sou daqueles que acredita que o  enfoque, tem de estar no que de melhor se faz lá fora, deixando que as especificidades próprias destas terras de chão de lava banhadas pelo Atlântico, lhes coloquem o cunho, a identidade. Estes são factores que bem controlados poderão ser uma mais valia para os vinhos Açorianos, até porque os consumidores cada vez mais tendem a procurar novos argumentos como forma de fugir à rotina dos vinhos bem feitinhos e frutadinhos.
  

Notas de Prova
  
Um Branco interessante e de excelente pendor gastronômico.  A sua acidez está excelente, diria mesmo, para mim, é de certa forma um garante da qualidade deste vinho. Por este facto e em "minha opinião", este vinho deverá ser apreciado novo, enquanto mantém esta vivacidade. Apesar da sua similaridade com a colheita anterior, este Quinta da Jardinete Chardonnay 2011 parece-me ainda mais afinado.
  
Aspecto amarelo citrino, levemente brilhante. Aroma discreto, marcado por notas a ananás, pêssego alguma pêra e uma leve sugestão a chá. Paladar boa intensidade, confere e a reforça as evidencias aromáticas. Onde se destaca uma boa estrutura e uma excelente acidez a retemperar o conjunto e a evidenciar um subtil salgado/iodado presente num final de boca levemente persistente.


Nota Pessoal: 16,0
Preço(Ref): €12,50 (Açores)

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