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Região (Doc) Douro . Castas Viognier e Sauvignon Blank . Produtor Catarina Montenegro Santos . Enólogo Francisco Montenegro . Tipo Branco . Ano 2011 . Álcool 13,0% |
Nota Pessoal: 17
Preço(Ref): €13,00
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| Reacção: |
Região (Doc) Açores - Pico . Castas Arinto (+90%), Verdelho e Tarrantez . Produtor Cooperativa vitivinícola da Ilha do Pico . Enólogo Maria Álvares . Tipo Branco . Ano 2011 . Álcool 13,5%
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Escolhi para início deste novo ano de publicações, uma referência incontornável dos vinhos Açorianos, um habitué neste blog, Frei Gigante, versão 2011, Um Picaroto de destaque, já aqui apresentado nas suas colheitas 2007 e 2009. Para conhecerem um pouco mais, poderão sempre rever as edições anteriores.
Este é provavelmente o vinho Açoriano, que mais recomendo, não só por se tratar de um dos melhores produzidos nos Açores, mas também por ser aquele que melhor relação qualidade/preço apresenta. Como já referi um vinho obrigatório para quem quer realmente conhecer os vinhos Açorianos. Em minha opinião igualmente obrigatória, deveria ser a sua presença em toda a carta de vinhos da restauração Açoriana, acredito que para quem visita os Açores será um prazer degustar este Frei Gigante com alguns dos nossos excelentes pratos de peixe e marisco.
(Arroz de Cherne)
Gostaria ainda de deixar aqui um elogio à CVIP (Cooperativa Vitivinícola da ilha do Pico), pela manifesta preocupação que tem vindo a demonstrar com a imagem dos seus vinhos. Parabéns pela nova roupagem deste seu Frei Gigante 2011, e do seu novo Lagido Reserva 2004. Provei este Frei Gigante 2011 praticamente quando chegou ao mercado, pareceu-me precisar de um pouco mais de tempo. Voltei a prová-lo mais umas quantas vezes. Em boa verdade, pareceu-me que paulatinamente veio a evoluir no bom sentido. Pessoalmente acho que este vinho ganhou um pouco mais de finura e elegância relativamente às colheitas anteriores. Continua no patamar de referência que nos habituou. Notas de Prova Aspeto amarelo palha, límpido e levemente brilhante. Aroma medianamente intenso, marcado essencialmente pela tropicalidade do ananás e de ténues sugestões a melão, envolto num suave toque mineral. Paladar seco, a confirmar as sugestões frutadas do aroma, temperado por uma boa acidez e uma mineralidade que lhe confere frescura. Corpo médio, final de boca levemente persistente e subtilmente salgado.
Nota Pessoal: 16
Preço(Ref): €6,50 (Açores)
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| Reacção: |
Região Açores-São Miguel . Castas Chardonnay . Produtor Topic & Rebelo, Soc.Agrícola,Lda . Tipo Branco . Ano 2011 . Álcool 13,0%
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De volta aos vinhos Açorianos! A minha afinidade é óbvia, mas em boa verdade, não o suficiente para me ofuscar a visão.
Atualmente é um facto! Nos Açores, já conseguimos ter um leque vinhos (brancos), bastante interessantes, pena serem poucos e em poucas quantidades. Este Quinta da Jardinete Chardonnay 2011, é certamente um destes casos, um vinho Regional dos Açores oriundo de São Miguel, fruto de um pequeno e interessante projeto, dirigido pelo Eng. Mário Rebelo. Um vinho digno de referência e destaque no cenário vínico Açoriano. Esta é a segunda edição deste Chardonnay "Micaelense".
Sou daqueles que acredita que o enfoque, tem de estar no que de melhor se faz lá fora, deixando que as especificidades próprias destas terras de chão de lava banhadas pelo Atlântico, lhes coloquem o cunho, a identidade. Estes são factores que bem controlados poderão ser uma mais valia para os vinhos Açorianos, até porque os consumidores cada vez mais tendem a procurar novos argumentos como forma de fugir à rotina dos vinhos bem feitinhos e frutadinhos.
Notas
de Prova
Um Branco interessante e de excelente pendor gastronômico. A sua acidez está excelente, diria mesmo, para mim, é de certa forma um garante da qualidade deste vinho. Por este facto e em "minha opinião", este vinho deverá ser apreciado novo, enquanto mantém esta vivacidade. Apesar da sua similaridade com a colheita anterior, este Quinta da Jardinete Chardonnay 2011 parece-me ainda mais afinado.
Aspecto amarelo
citrino, levemente brilhante. Aroma discreto, marcado por notas a ananás, pêssego alguma pêra e uma leve sugestão a chá. Paladar boa intensidade, confere e a reforça as evidencias aromáticas. Onde se destaca uma boa estrutura e uma excelente acidez a retemperar o conjunto e a evidenciar um subtil salgado/iodado presente num
final de boca levemente persistente.
Nota Pessoal: 16,0
Preço(Ref): €12,50 (Açores)
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| Reacção: |
Região (Doc) Douro . Castas Tinta Amarela, Touriga Franca e Outras . Produtor Niepoort Vinhos, Sa . Enólogo Dirk Niepoort . Tipo Rosé . Ano 2011 . Álcool 12,0%
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Notório, o espaço que os rosés têm vindo a ganhar nestes últimos anos. Feitos para serem bebidos
bastante jovens, são vinhos detentores de uma coloração rosada bastante apelativa, promovem sensações de uma agradável leveza e frescura, assim como nos podem oferecer interessantes harmonizações.
Na realidade em Portugal, os rosés eram poucos e salva um par de excepções, com níveis de exportação muito interessantes, eram na sua generalidade olhados de lado por muitos. Reflexos, de uma fraca qualidade que perdurou tempo demais, talvez por um mercado que por sua vez também nunca se mostrou muito exigente. O contacto praticamente inexistente com rosés de grande qualidade, oriundos de outras paragens, Sul França (Provance, Côtes du Rhône) ou mesmo de Toscana em Itália, também viria a contribuir para que não se valoriza-se o potencial deste vinho, à conta desta empatia generalizada viria-se a protelar a aposta na melhoria da sua qualidade e consecutivamente os olhares enviesados para estes rosés, em Portugal, mantinham-se. Felizmente hoje em dia, apesar do muito trabalho que há ainda a fazer, já começa a ser visível o esforço que tem vindo ser despendido na concepção destes vinhos, a precessão da existência de algum potencial e de um nicho de mercado a explorar, levou a que se começa-se olhar para os rosés com outro cuidado e empenho. Em 1999 a Niepoort, lança o seu primeiro rosé, alguns anos depois, pelas mãos do seu produtor chega-me a versão 2011 deste Redoma Rosé, confesso que estava expectante por se tratar de um Redoma, esperava algo diferente e desafiador, o que de resto acabaria por se vir a verificar. Um rosé com um registo algo diferente e muito interessante. A origem em cepas com idades entre os 30 e 60 anos, uma fermentação em barricas novas de carvalho francês, e o estágio de 6 meses em Inox, foram obviamente determinantes para a qualidade deste vinho. Notas de Prova Um rosé sério, quase sisudo se tivermos presente o perfil jovial com que estes vinhos habitualmente se nos apresentam. Gostei! Gostei da seriedade, da forma e do estilo com que se apresentou. Um Rosé de quem arriscaria a dizer que uma breve guarda poderá despoletar boas surpresas. Claramente um vinho de perfil gastronómico, feito para ser degustado à mesa. Aspecto rosado vivo e levemente brilhante. Aroma intenso, marcado por notas a fruta de baga vermelha e um leve toque vegetal, brindado por um subtil especiado e uma envolvência mineral muito correcta que lhe potencia a frescura. Paladar desafiante, marcado por uma secura moderada, com boa fruta, num conjunto fino, complexo e bem estruturado, uma boa acidez e um final elegante e persistente.
Nota Pessoal: 16
Preço: €7,20 (Ref.)
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| PS. Amostra enviada pelo produtor. |
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