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quinta-feira, setembro 26, 2019

Vallado - Quinta do Orgal - 2016

   
 Vallado - Quinta do Orgal - 2016 / Douro / Tinto / 13,5% 
 Touriga Nacional, Touriga Franca e Sousão
Quinta do Vallado
  
Já se passou "algum" tempo desde da ultima vez que cá vim! Confesso que acabei sentindo alguma falta disto! Escrevinhar sobre alguns dos vinhos que vou bebendo é como perpetuar os bons momentos que me proporcionaram!

Claramente o caso deste belíssimo tinto, com a chancela Vallado, oriundo da Quinta do Orgal , no Douro Superior, adquirida em 2009, pela Quinta do Vallado, com o intuito de alargar a sua área de vinha própria.

Um vinho, orgânico, proveniente de vinhas com certificado de produção biológica, submetido a um estagio de 16 meses de barrica e composto por cerca de 2/3 de Touriga Nacional. O que, naturalmente, se lhe confere na prova.

De tom rubi carregado, aroma  intenso e fresco, pejado de notas a fruta vermelha, subtilmente vegetal  e algo especiado, onde tons a baunilha se combina com leves apontamentos a tosta provenientes da barrica. Na boca mostra-se levemente encorpado, confere a fruta e um toque vegetal seco, taninos firmes mas elegantes a sustentar um final longo e persistenteUm belo tinto! 
 

 Not. 16,5

 Pvp: €14,00(Ref.)

domingo, maio 22, 2016

Titular: Touriga Nacional - 2012



Região (DOC): Dão / Castas:Touriga Nacional / Produtor: Caminhos Cruzados /       Enólogo:Carlos Magalhães & Manuel Vieira / Tipo: Tinto / Ano: 2012 / Álcool: 13,5%. 


Há quem, pela elegância dos seus vinhos, o denomine de "Borgonha Portuguesa", o Dão! Região que, paulatinamente, tem vindo a recuperar algum do alento vitivinícola de outrora. Vinhos finos, elegantes e complexos, com uma acidez excecíonal, capazes de se perpetuar no tempo como poucos, eram  ou "são" estas as caraterísticas dos notáveis vinhos do Dão.

Felizmente neste últimos tempos, alguns dos projetos mais antigos ganharam ânimo e outros novos vão surgindo. Entre enófilos, é claramente uma região muito amada, aqui procuram-se vinhos elegantes, com complexidade e cunho de identidade. Enfim! O que muitos tentam e alguns conseguem!

Do projeto familiar, mais ou menos recente, denominado Caminhos Cruzados, deixo-vos este Titular: Touriga Nacional 2012, um tinto de gama média/alta que, pode de certa forma ser denominado como um, belo vinho do Dão. Para além do mais esta é região berço da Touriga Nacional, é aqui, que esta casta, exibe os seus mais genuínos predicados. Pelas suas reconhecidas qualidades, acabou difundida pelos quatro cantos do País, virou moda, banalizada. Na realidade, quer se goste mais ou menos é, com toda a justiça, a casta tinta portuguesa mais relevante do País.   

Um tinto de tom rubi levemente carregado. Aroma medianamente intenso, onde notas a fruta silvestre se combinam com leves tons florais e com uma belíssima envolvência vegetal, algo especiado e com excelentes apontamentos a tosta e chocolate negro. Na boca mostra-se bastante amplo e fresco, muito bem dimensionado, confere as notas a fruta silvestre, um leve balsâmico e boas notas tosta,  taninos presentemente bastante cordatos. Termina longo e persistente.

Um belo Touriga Nacional, muito capaz de perturbar os avessos à casta,  bom pendor gastronómico e excelente relação qualidade/preço. Recomendo vivamente!

Nota Pessoal:17
Preço: €11(Ref.)



Caminhos Cruzados
Largo Vasco da Gama, n. 23
3520-079 Nelas
Tel: (+351) 232 940 195
E-mail:  geral@caminhoscruzados.net

terça-feira, abril 19, 2016

Solar dos Lobos - Reserva 2013



Região (DOC): Alentejo / Castas: Alicante Boushet,Touriga Nacional e Syrah / Produtor: Silveira & Outro, Lda. / Enólogo: Susana Esteban e Mariana Pinto  / Tipo: Tinto / Ano: 2013 / Álcool: 15%. 


No Alentejo nascem vinhos de muitos agrados, vinhos redondos e macios, gulosos diria. Alguns, os mais elegantes e frescos, são mesmo, a par de outros,  dos melhores que por cá se produzem.

Do Redondo mais propriamente da, Herdade Vale D’Anta,  chega-nos este Solar dos Lobos - Reserva 2013, um belo tinto, ainda com a assinatura de Susana Esteban e da atual enóloga Mariana Pinto. Um projeto familiar, assente numa forte tradição alentejana, presentemente confiada a cinco primos, dos quais os irmãos Filipa e Miguel Lobo da Silveira são os timoneiros.

E assim, aqui está este belíssimo tinto de, tom rubi moderadamente profundo, nariz intenso e fresco, pejado de notas a fruta negra madura, envoltas num subtil tom floral e onde tons de chocolate se combinam com leves apontamentos a tosta. Na boca mostra-se cheio e redondo, um conjunto equilibrado e bem dimensionada, onde a boa furta madura se exibe sustentada por uma frescura bastante cordata. De tom bastante sedutora e guloso, termina longo e persistente.

Um belo tinto, inconfundivelmente alentejano, que fará as delícias de muita gente. Relação qualidade/preço justa!

Nota Pessoal:16,5
Preço: €12,90(Ref.)



Herdade Vale D’Anta
Estrada da Serra D’Ossa (Estrada Regional 381)
7170-118 Redondo
Tel: (+351) 266 909 438
E-mail:  filipa.silveira@bottleandbox.pt

quinta-feira, julho 23, 2015

Roquette & Cazes 2011



Região (DOC): Douro / Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz / Produtor: Roquette e Cazes / Enólogo: Manuel Loboe Daniel Llose    / Tipo: Tinto / Ano: 2011 / Álcool:14,5%. 


Já faz tempo que aqui trouce, o Xisto - Roquette & Cazes 2005 , um vinho que nasce como o corolário da parceria entre Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bagesucelas, um ex-líbris produzido  apenas em anos excecionais.

Talvez como consequência disto mesmo, em 2006, surge, o  Roquette Cazes, o segundo vinho deste dueto. Um vinho de gama um pouco mais baixa, que dado o seu prolongado estágio em garrafa, tem como pretensão chegar ao mercado mais pronto para que, desde logo, se possa desfrutar da sua enorme qualidade. Esta foi, em minha opinião, uma pretensão mais ou menos conseguida.

Esta é sem duvida uma pretensão de louvar, deveria ser, por todos, encarada como ponto de honra, pois ainda são muitos os vinhos de classe média/alta que chegam ao mercado, novos demais, deixando-nos com um leve amargo de boca. Não por serem amargos mas por não serem aquilo que, nesta altura, já teriam de ser.

Este Roquette Cazes 2011, é  um vinho que não deixará ninguém indiferente,  com o seu tom rubi carregado, aroma expressivo, onde predominam notas a fruta fresca de tom silvestre e um leve toque floral, deixando transparecer uma envolvencia elegantemente especiada. Na boca mostra-se fresco, elegante e muito equilibrado, onde os seus finos taninos lhe marcam o compasso,  termina amplo e aprumado.

Um tinto de grande classe que merece ser condignamente apreciado! Quanto ao seu preço, não sendo propriamente barato, vale bem os euros que custa.  

Nota Pessoal:17
Preço: €25 (Ref.)



Roquette e Cazes. Lda
Quinta do Crasto
5060-063 Gouvinhas
Tel: (+351) 22 610 90 51
E-mail: roquetteecazes@gmail.com

quinta-feira, março 26, 2015

Apegadas Grande Reserva 2011



Região (DOC): Douro / Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Barroca    / Produtor: Quinta das Apegadas Soc. Agrícola, Lda / Enólogo: Rui Cunha /   Tipo: Tinto /    
Ano: 2011 / Álcool: 14,5%.


Em 2000, Cândida e António Amorim, adquirem no Douro, mais propriamente em Mesão Frio, uma propriedade, conhecida como  Quinta das Apegadascom cerca de 3,2ha dos quais 2ha são vinha,  totalmente reconvertida a partir de 2002. Em 2003 é então oficializada a criação da Quinta das Apegadas Soc. Agrícola, Lda.

Pouco tempo depois surge a oportunidade de adquirirem, também, a centenária Quinta da Velha, localizada  no concelho da Régua, na margem direita do rio Douro, esta com cerca de 14ha, dos quais 10ha são vinha e onde, em 2006, viriam a construir a sua adega.

Este, Apegadas Grande Reserva 2011, é um vinho oriundo da Quinta a Velha, produzido apenas em anos especiais, com os cuidados conferidos a um vinho de topo, dos quais saliento os 18 meses de estágio em barricas novas de carvalho francês. Um vinho marcado essencialmente pelos seus 80% de Touriga Nacional e pela moderada presença dos 16% de Touriga Franca que, muito provavelmente, lhe vem potenciar a estrutura.

Um tinto de tom rubi medianamente profundo, nariz, intenso, do qual sobressaem boas notas a frutos silvestres maduros envoltos num subtil toque floral e um indelével toque a barrica expresso pelo seu tom especiado e graciosamente tostado. Na boca, equilibrado e sóbrio, onde os seus polidos taninos  marcam o compasso de uma estrutura bem desenhada suportada por uma delicada acidez que, para além da frescura, incita a um fim de boca amplo e prolongado.

Um tinto que, em minha opinião, apesar da sua belíssima qualidade ficou, pelos excelentes argumentos com que se apresentava, um pouco aquém das minhas expetativas. Contudo estamos perante um belíssimo vinho, com uma boa relação qualidade/preço, que certamente irá agradar a muita gente.

Nota Pessoal:16,5
Preço: €17 (Ref.)




Quinta das Apegadas Soc. Agrí. Lda.
 
5040- 151 Mesão Frio
Tel: (+351) 254 899 438 / 966 000 468
E-mail: apegadas@apegadas.co.pt
Site: www.apegadas.co.pt/

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Munda Touriga Nacional 2007



Região (DOC): Dão / Castas: Touriga Nacional / Produtor: Fontes da Cunha SA / Enólogo: Francisco Olazabal e Joana Cunha / Tipo: Tinto / Ano: 2007 / Álcool: 14%.


Este foi, dos que provei nestes últimos tempos, um dos monovarietais, Touriga Nacional, que melhor expressou o excelente caracter desta casta.

Apesar da enorme e reconhecida relevância da Touriga Nacional no contesto vinico nacional, nestes últimos tempos, muitos são aqueles que, neste formato monocasta, não têm conseguido evidenciar as verdadeiras virtudes desta casta.

Talvez seja esta a razão pela qual tenho, tendencialmente,  desde há algum tempo para cá, tenho vindo a preferir a Touriga Nacional, quando integrada em blend. No entanto, pessoalmente, sou grande apreciador desta casta, principalmente quando se expressa de uma forma genuína e com alguma maturidade.

De volta ao Munda Touriga Nacional 2007, como já acima referi, um vinho do Dão, mais propriamente da Quinta do Mondego, um Touriga Nacional de grande categoria, com 18 meses de estágio em barricas novas de carvalho francês e mais um punhado de anos em garrafa. .

Um vinho de tom rubi denso, levemente profundo, no nariz, aroma sem grande exuberância mas ainda com boa intensidade, pejado de elegantes notas florais, e algum fruto negro bem maduro, algo especiado e subtilmente tostado. Na boca, fresco, cheio, quase mastigável, conjunto muito elegante, balanceado por finos taninos que lhe conferem um final longo e interminável.

Um tinto soberbo que marca pelo seu caracter educadamente autoritário, exigindo pratos ou queijos um pouco mais intensos, poderá tambem ser apreciado a solo como tempero de uma boa conversa.

Nota Pessoal:17.5
Preço: €17 (Ref.)



Quinta do Mondego

Estrada do Mondego - Caldas da Felgueira
3520 Nelas
Tel: (+351) 226 173 525
E-mail: quintadomondego@iol.pt

quinta-feira, abril 17, 2014

Lopo de Freitas - 2004


 
Região (Doc) Bairrada . Castas Baga, Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon .  Produtor Caves do Solar de São Domingos . Enólogo (atualmente) Suzana Pinho . Tipo Tinto .  Ano 2004  .  Álcool 13,5%

Feliz acaso este! Deparei-me recentemente com este Lopo de Freitas - 2004, um Bairradino, oriundo de uma das caves mais conceituadas deste País, Caves do Solar de São Domingos, fundada acerca de setenta e sete anos, por Elpídio Martins Semedo, sucedido, em 1970, na sua liderança por Lopo de Sousa Freitas, o senhor que premiou este vinho doando-lhe o seu nome.

Lopo de Sousa Freitas, foi, por cerca de quatro décadas, o rosto das Caves do Solar de São Domingos, o responsável pela profunda modernização desta em 2006.
Aos 85 anos, apesar de afastado das funções de administrador, era presença assídua e estimada por aquelas paragens. Infelizmente, em novembro passado, faleceu.

Continuará para sempre ligado, não só, às Caves do Solar de São Domingosmas a toda a região da Bairrada, a quem, como fundador, deixa como legado, a Academia do Vinho da Bairrada e a Confraria da Bairrada.

O vinho, para mim, também é isto. Histórias que perduram e os tornam únicos

Este Lopo de Freitas - 2004, é para além de tudo, um blend marcado pela Baga, de tom rubi a tender para o grenat, apresenta-se com um bouquet, elegante, marcado por notas a frutos em passa, uma excelente envolvência vegetal e um leve tom especiado. Na boca, confere os tons aromáticos, apresenta-se fresco, bastante equilíbrado e elegante, taninos finos a compor a boa estrutura, final médio.

Sem dúvida um dos melhores tintos, das  Caves do Solar de São Domingos, que provei!

Nota Pessoal: 17
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quinta-feira, março 13, 2014

Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010


 
Região (Doc) Douro . Castas (várias) .  Produtor Durham-Agrellos . Enólogo Carlos Agrellos . Tipo Tinto .  Ano 2010  .  Álcool 14%

Com a aquisição em 1991 da Quinta do Espinhal de Baixo,  localizada na  margem direita do Rio Douro, entre o Peso da Régua e o Pinhão, a  família  Agrellos, desde à muito ligada à produção de uvas para comercialização, dá início a uma longa e profunda recuperação das vinhas da quinta. Recuperação esta, que se estende até 2002, ano em que arranca efetivamente com  produção dos seus próprios vinhos.



Marka foi, a partir de 2004, a bonita forma que a família de José Carlos Agrellos encontrou para homenagear, uma grande impulsionadora deste projeto, Marjorie Kathleen Durham Agrellos , atribuindo como marca, aos seus vinhos, a conjugação das duas primeiras sílabas dos nomes próprios.

Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010, um verdadeiro vinhas velhas, elaborado a partir de uvas oriundas de cepas que rondam os setenta e quatro anos, pertença de um vinhedo, composto por cerca de duas a três dezenas de castas diferentes. 

Estes vinhas velhas , são realmente um pequeno espólio do nosso rico património ampelográfico. São vinhos únicos! Um lote composto por um tão elevado número de castas diferentes, a existir, fora deste rectângulo Português, tratar-se-á efetivamente de uma raridade.

Estas vinhas velhas, normalmente com baixos índices de produção, dão origem a vinhos concentrados e complexos, como este  Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010, seguramente um dos seus dignos representantes.

De tom rubi carregado, aroma concentrado, marcado pela fruta preta e um leve toque vegetal, envolto em notas tostadas, especiadas e algo abaunilhadas. Boca marcada pela frescura e elegância, confere na sua essência as suas principais notas aromáticas, boa complexidade e bons taninos a suportar uma estrutura bem desenhada, final médio. 

Já vem sendo habitual esta minha referência à jovialidade/potencial evolutivo de alguns dos, recentes e mais estruturados, vinhos, que tenho vindo a apresentar. Mas efectivamente, em minha opinião, o  Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010,  apesar de, desde já, nos poder proporcionar uma belíssima prova, ira certamente ganhar com mais algum tempo em garrafa.

Partindo do princípio que poderá não estar para esperas! Deixe-o pelo menos respirar durante uma ou duas horas, e aprecio-o até à ultima gota.

Nota Pessoal: 16,5
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

Pacheca - Reserva 2011

 
Região (Doc) Douro . Castas Touriga Franca,Tinta Roriz,Touriga Nacional,Tinto Cão, Tinta Amarela e Sousão .  Produtor Quinta da Pacheca . Enólogo Maria Serpa Pimentel . Tipo Tinto .  Ano 2011  .  Álcool 15%

Um vinho oriundo do Douro, mais propriamente da Quinta da Pacheca, uma das primeiras quintas a engarrafar vinhos com a sua própria marca. Da família Pacheco Pereira, herdou o nome e uma boa parte da sua história. Em 1903, passa para as mãos da família Serpa Pimentel, a quem se deve os vinhos que hoje conhecemos.

Mas por vezes a necessidade de crescer obriga a impelirem-se novos rumos e em 2012, 75% do capital da Quinta da Pacheca é adquirido pela Agribeira, uma empresa especializada na distribuição de bebidas.

Abriram-se assim novos horizontes, o desafogo financeiro permitiu olhar o futuro de forma bastante mais otimista. Produzir e exportar mais são, também e agora, prioridade na Quinta da Pacheca.

Mas seguramente serão vinhos como este, Pacheca Reserva 2011, que darão vulto e blasonarão o nome e a história desta marca. Um vinhas velhas de grande categoria, inconfundivelmente um vinho do Douro.

De tom rubi algo carregado, nariz discreto, marcado pela fruta vermelha e um leve tom a baunilha, envolto num subtilíssimo tostado proveniente das barricas. Boca marcada por uma frescura que se estende ao longo de toda a prova, boa fruta, algo especiado e complexo, taninos vivos mas bem domados, madeira muito bem integrada, assim como os seus 15% de álcool, cheio e poderoso, detentor de uma excelente estrutura, termina longo e persistente. 

Pessoalmente, recomendo-lhe tempo, mas desde já proporciona uma prova muito prazerosa. Decida por si! Em qualquer das opções ficará a ganhar.

Nota Pessoal: 17
Preço: €15 a €20 (Ref.)

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