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terça-feira, dezembro 01, 2009

Quinta do Portal - Reserva 2005





Região : Douro
Castas : Touriga Nacional (70%), Tinta Roriz (20%) e Touriga Franca (10%)
Produtor : Sociedade Quinta do Portal, S.A.
Tipo : Tinto
Ano : 2005
Álcool : 14,5%









Nota Introdutória:

Situada no Vale do Pinhão, centro nevrálgico do Douro vinhateiro a Quinta do Portal, casa com forte tradição Duriense, dedica-se à produção de vinhos DOC Douro, Vinhos do Porto de categorias especiais e Moscatel.

Para além da produção de vinhos, dedicam-se também ao eno-turismo, com alojamentos na Casa das Pipas e Casa do Lagar.

Gostaria ainda de realçar, que a revista Forbes elegeu a Quinta do Portal como um dos 10 Melhores Destinos de Vinho do Mundo.

Dos vinhos produzidos, apraz-me apresentar o Quinta do Portal – Reserva 2005, trata-se de mais um vinho com a típicidade Duriense, em que as castas Tourigas Nacional e Francesa e a Tinta Roriz, formam um trinómio, frequentemente presentes nos belíssimos vinhos oriundos desta região.

Para além do seu enigmático rótulo, o símbolo ornamentado no próprio vidro da garrafa, dá-lhe efectivamente um toque de unicidade.


Este é um vinho que merece ser apreciado, trata-se de um tinto genuíno, levemente austero sem deixar de ser equilibrado. Sirva-o a acompanhar um prato de carne, por exemplo, Ossobuco de Novilho com ervilhas, excelente.


Notas de Prova:

Aspecto Grnat profundo, quase opaco. Aroma algo complexo, notas florais e a frutos silvestres, especiarias. Paladar confirma-se as notas frutos bem maduros, especiarias, cacau, sedoso mas musculado, com taninos muito bem integrados, e fim de boca levemente longo e persistente, bem estruturado e de bom recorte.



Nota Pessoal: 17,0 (Prova a 11 de Nov.09)
Preço: €18,00 (Ref.)

domingo, novembro 22, 2009

Quinta de S.José - 2007




Região : Douro
Castas : Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz
Produtor : João Brito e Cunha, Lda.
Tipo : Tinto
Ano : 2007
Álcool : 14%









Nota Introdutória:

Quinta de S. José, junto ao rio Douro, logo a montante do Pinhão. Com 18 hectares, dos quais 10 são de vinha.

Desde de 1997, João Brito e Cunha assume a direcção enológica da Quinta de S. José. Em 2005 adquire efectivamente todos os direitos de exploração vitivinícola desta propriedade de sua família.

Como Enólogo experiente e conhecedor dos diferentes terroirs do Douro, inicia este novo projecto com a reconversão das suas vinhas. No primeiro ano produz apenas 6.000 garrafas, mas a partir de 2007 serão já 15.000 garrafas divididas por duas marcas.

O meu primeiro contacto com este vinho foi durante um jantar de degustação que decorreu no restaurante Colmeia em S.Miguel, no qual também estiveram presentes, os responsáveis pelos vinhos servidos, João Brito e Cunha e Gil E. Regueiro da Quinta da Casa Amarela.

Para além da possibilidade de provar alguns dos novos vinhos destes produtores e conhece-los pessoalmente, pude ainda saber, na primeira pessoa, qual a sua opinião relativamente aos vinhos que apresentaram.

Este Quinta de S. José, é um vinho que me surpreendeu, para além da sua boa qualidade, pelo facto de se tratar de um vinho do Douro de 2007 que se encontra prontíssimo para ser bebido. Já anteriormente foi por mim aqui referido, que considero que as colheitas de 2007 do Douro, ainda estão muito jovens, temos aqui uma excepção e possivelmente existirão algumas mais.

Não sendo um vinho para guardar, podemos e devemos desde já beber este Quinta de S. José de 2007 e continuar a busca pelos outros que por ai andarão, os tais vinhos que se bebem novos.


Notas de Prova:

Aspecto: Brilhante de cor Grnat profundo. Aroma: Notas florais a fruta vermelha, especiarias e um leve balsâmico. Paladar: Confirma-se as notas florais, especiarias, mostra-se complexo, fresco, com taninos muito bem integrados, algo encorpado e fim de boca levemente longo e persistente.


Nota Pessoal: 16,5 (Prova a 09 de Nov.09)
Preço: €8,00 (Ref.)

quarta-feira, novembro 11, 2009

Xisto - 2005


Região : Douro
Castas : Touriga Nacional (60%), Tinta Roriz (25%) e Touriga Franca (15%)
Produtor : Roquette e Cazes, Lda.
Tipo : Tinto
Ano : 2005
Álcool : 14%







Nota Introdutória:

Apesar de não ter tido a oportunidade de provar as suas colheitas anteriores, confesso, que pelo falatório, estava bastante expectante. Este Xisto - Roquette & Cazes, foi realmente de uma enorme revelação.

Deste projecto de Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages, não poderia resultar outra coisa, que não fosse este belíssimo néctar, no qual se conjugaram as características do Douro e a vasta experiência dos Cazes em Bordeaux, assegurado pelo estrito acompanhamento dos enólogos Daniel Llose enólogo da família Cazes e Manuel Lobo enólogo da Quinta do Crasto, julgo que esta colheita 2005 foi acompanhada por parte dos Cazes pelo enólogo Dominic Morris.

Durante a Wine in Azores 2009, tive a oportunidade de conversar e trocar algumas ideias com Rita Roquette, Administradora da Direct Wine, a qual me apresentou entre outros dos seus vinhos a última colheita do Xisto Roquette & Cazes. Fiquei desde logo impressionado com a classe e elegância que evidenciou.

Dada a excelente impressão com que fiquei na primeira prova, decidi trazer aqui ao Lugar de Baco. Não a colheita, provada, de 2006 que não encontrei no nosso mercado, mas sim o Xisto - 2005.

Do qual apenas me apraz referir que este tinto de grande categoria valeu bem o preço que paguei por ele. Muito muito bom!


Notas de Prova:

Aspecto, cor grnat bastante concentrada intensa. Aroma, a frutos vermelhos, algumas notas florais tudo com muita elegância. Paladar, confirma as excelentes notas a fruta vermelha, a flores secas e madeira muito bem integrada, complexo, muito elegante e requintado. Final muito longo e persistente.



Nota Pessoal: 18 (Prova a 09 de Nov.09)
Preço: €38,00 (Ref.)

quinta-feira, novembro 05, 2009

Pó de Poeira - 2006

Região: Douro
Castas : Touriga Nacional e Sousão
Produtor : Jorge Nobre Moreira
Tipo : Tinto
Ano : 2006
Álcool : 14,0%









Nota Introdutória:

Em 2001, com a aquisição da Quinta do Poeira, o Enólogo Jorge Nobre Moreira, arranca com o projecto Poeira.

Em 2006,  a partir das vinhas mais jovens da quinta, nasce o Pó de Poeira, vinho de carácter leve mas com bom equilíbrio. Vinhas estas que estão localizadas na mesma encosta, das que originam o Poeira o ícone deste projeto. Talvez, estas jovens cepas venham, com mais alguma idade, transmitir um pouco mais de complexidade a este vinho.

Este Pó de Poeira de 2006, é vinho bastante atractivo, talvez necessitando de mais algum tempo para que os seus taninos se tornem um pouco mais macios. Recomendo que, antes de o servir, o deixe respirar num decanter por cerca de uma hora.


Notas de Prova

Aspecto, cor grnat médio. Aroma, frutado com algumas notas vegetais. Paladar, fruta silvestre, taninos algo firmes, corpo médio e fim de boca levemente persistência.

 

Nota Pessoal: 16,0 (Prova a 26 de Set.09)
Preço: €11,00 (Ref)

sexta-feira, outubro 16, 2009

La Rosa - Reserva 2005


Região : Douro
Castas : Touriga Nacional (66%),Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinto Cão,Touriga Franca e Outras (34%).
Produtor : Quinta da Rosa, Sa
Tipo : Tinto
Ano : 2005
Álcool : 14%







Nota Introdutória:

La Rosa – Reserva 2005, apesar de já se encontrar disponível no mercado as colheitas 2006 e 2007, tive a sorte de dar de caras com este 2005, tendo em conta que estamos perante um vinho, com excelentes capacidades de evolução, escusado será referir, que muito provavelmente fiquei a ganhar.

Este belo vinho oriundo da Quinta de La Rosa (aqui), em terras do Douro, é o ex-líbris desta Quinta, produzido a partir das melhores uvas e submetido a um estágio nas melhores barricas onde este néctar evoluiu durante 18 meses.

Aconselho vivamente este soberbo vinho tipicamente Duriense.


Notas de Prova:


Aspecto, cor grenat profundo. Aroma, notas a frutos silvestres, um leve toque floral, envolto num subtil tom a tosta. Paladar, frutado, com subtis notas vegetais e uma leve envolvencia a barrica, excelente estrutura, complexo e bastante elegante, fim de boca longo e persistente.


Nota Pessoal: 17,5 (Prova a 14 de Out.09)
Preço: €25,00 (Ref.)

quarta-feira, setembro 30, 2009

Quinta do Crasto (Vinhas Velhas) - Reserva 2007


Região : Douro
Castas : Vinhas Velhas
Produtor : Sociedade Agrícola da Quinta do Crasto
Tipo : Tinto
Ano : 2007
Álcool : 14%









Nota Introdutória:

Quinta do Crasto (Vinhas Velhas) – Reserva 2007, Aqui temos uma vez mais um belíssimo vinho que apresar de ainda jovem e algo agitado, apresenta o estilo e a classe característicos das colheitas anteriores, deverá ser religiosamente guardado e bebido daqui algum tempo (um ou dois anos), para mim este vinho tem tudo para se tornar um excelente vinho do Douro.

Apesar dos esforços desenvolvidos pela generalidade dos produtores, em apresentar cada vez mais cedo os vinhos da sua ultima colheita, até agora (Setembro de 2009) ainda não encontrei prática mente nenhum vinho do Douro de 2007 (e já foram cerca de uma dezena) que estivesse completamente pronto para ser bebido, poderei não estar a ser politicamente correto, contudo uma coisa é certa, vinhos deste calibre exigem tempo.


Notas de Prova:

Aspecto: Cor rubi bastante concentrada intensa. Aroma, flores e frutos silvestres, com notas de cacau e alguma baunilha. Paladar, fruta silvestre, algum cacau tostado, corpo bem estruturado, complexo e bastante elegante e fim de boca persistente.

Alguma juventude e uma evidente capacidade para envelhecer com muita classe, promete.



Nota Pessoal: 17 (Prova a 12 de Set.09)
Preço: 25,00 (Ref.) 


segunda-feira, setembro 28, 2009

Pombal do Vesuvio - 2006


Região : Douro
Castas : Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Amarela
Produtor : Quinta do Vesuvio, Lda.
Tipo : Tinto
Ano : 2007
Álcool : 14%








Nota Introdutória:

O Pombal do Vesúvio é um vinho oriundo da Quinta do Vesúvio, acho que necessita de repousar mais algum tempo em garrafa, o estágio de 10 meses em barricas de carvalho francês a que esteve sujeito, não me parece que tenha sido suficientes para que esteja pronto para ser bebido, no entanto também não me parece que seja vinho para longas guardas.


Notas de Prova:

Aspecto, cor bastante concentrada intensa. Aroma, frutos negros maduros e um leve toque a álcool. Paladar, fruta madura, levemente tostado, taninos médios, alguma madeira e com necessidade de integrar o álcool, final de boca levemente longo e persistente.


Nota Pessoal: 16 (Prova a 28 de Ago.09)/(Prova a 19 de Set. 09)
Preço: €12,50 (Ref.)

quinta-feira, setembro 03, 2009

Post Scriptum - 2006


Região: Douro
Castas: Touriaga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz
Tipo: Tinto
Ano: 2006
Álcool: 13,5%








Nota Introdutória:

O Post Scriptum é um vinho que reúne em si a tipicidade dos vinhos do douro, provém das melhores quintas durienses da família Symington.

Um vinho com estagio, de nove meses, em barricas novas de carvalho francês, perfil fresco e elegante, produzido para chegar ao mercado pronto para ser apreciado.


Notas de Prova:

Aspecto, cor intensa de laivos ruby. Aroma, compota fina, fruta madura e com algumas notas floraisPaladar, frutado e com um leve tostado, cheio e harmonioso, final médio e persistente.


Nota Pessoal: 16,5 (Prova a 26 de Ago.09)
Preço: €15 (Ref.)


quarta-feira, maio 13, 2009

Meandro 2006


Região: Douro
Castas:Tinta Roriz (40%), Touriga Nacional (25%), Touriga Franca (25%), Tinta Barroca (5%) e Tinta Amarela (5%)
Produtor: F.Olazabal & Filhos, Lda.
Tipo: Tinto
Ano: 2006
Alcool: 14,5%


Meandro do Vale Meão, um bom vinho do Douro Superior. Apresenta-se com uma cor rubi, escura, nariz muito expressivo, cheio de bagas maduras e mato fresco. Na boca, intenso e bem definido com sabor a frutos silvestres cheios de frescura. No fundo, boas notas de barrica tostada, discretas como os finos taninos, a transmitirem grande harmonia ao conjunto. Final fresco e  longo.

Nota Pessoal: 16,5 (Prova a 12.Fev.09)
Preço: €12,00 (Ref.)

sábado, maio 09, 2009

Vertente 2006



Região: Douro
Castas:Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Amarela, Touriga Nacional
Produtor: Niepoorte (vinhos) S.A.
Tipo: Tinto 
Ano: 2006
Alcool: 14,0%







Vertente 2006, estagiou 17 meses em carvalho francês de cor rubi carregado, aroma complexo a fruta vermelha e negra com alguma nota a baunilha e caramelo e especiaria com um fim fresco e bastante agradável. Na boca, bastante elegante e muito fino, taninos maduros e acidez equilibrada. Final bastante persistente agradável.


Nota Pessoal: 16,0 (Prova a 26.Abr.09)
Preço: €14,00 (Ref.)

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