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domingo, abril 03, 2016

Casa Amarela (branco) - Reserva 2014



Região (DOC): Douro / Castas: Viosinho, Rabigato, Malvasia Fina / Produtor: Laura Valente Regueiro, Lda. / Enólogo: Jean-Hugues Gros  / Tipo: Branco / Ano: 2013 / Álcool: 13,5%. 


Um branco oriundo dQuinta da Casa Amarela, localizada na margem esquerda do Rio Douro, entre a Régua e Lamego, no coração da mais antiga região demarcada do mundo o "Douro"Um projeto familiar, gerido com grande paixão e dedicação, pelo qual nutro alguma simpatia.

Em, 2013, o "Selection"  viria a dar lugar ao "Reserva", em minha opinião, apenas um pequeno passo para o, já notável, "Selection",  agora numa versão da qual se intenta um pouco mais de estrutura. 

De tom amarelo citrino dourado. Nariz agradavelmente expressivo, marcado por notas a fruta branca madura com um leve tom vegetal e subtis apontamentos a tosta. Na boca mostra-se levemente encorpado,  onde a fruta se perpetua sustentada por uma acidez cordata. Final longo.

Um branco prazeroso, excelente para acompanhar peixes estufados, caldeiradas  e mesmo algumas massas leves. Não o queria rotular de branco de inverno, mas com este perfil talvez não fique muito longe desta denominação. 

Nota Pessoal:16
Preço: €12(Ref.)



Quinta da Casa Amarela
Riobom
5100-421 Lamego
Tel: (+351) 254 666 200
E-mail:  quinta@quinta-casa-amarela.com

sábado, dezembro 05, 2015

Brancos Açorianos " Frei Gigante 2014"


Apresentar alguns dos mais referenciados vinhos Açorianos tendo como cenário, as Sete Cidades, um dos locais,  mais encantadores e emblemáticos dos Açores era há muito meu intuito.

Apesar desta deslumbrante paisagem, da ilha de São Miguel, não ter propriamente relação direta com os vinhos aqui apresentados vem, como cenário, claramente dignificar esta bela montra de brancos açorianos.





(2º Lote  de brancos Açorianos de 2014)


Deste lote,  praticamente idêntico ao aqui apresentado o ano passado, colheita 2013, saiu aquele que, em minha opinião, é o branco Açoriano de 2014 com a a melhor relação qualidade/preço.

Um dos vinhos açorianos que maior consistência tem apresentado ao longo destes últimos anos, o Frei Gigante. Desde 2007 que o acompanho,  ano após ano, e lhe reconheço, praticamente em "quase" todas as suas colheitas, qualidades dignas de referência entre elas a sua belíssima capacidade de evolução em garrafa.

Tendo em conta que o mote deste artigo são os melhores brancos açorianos de 2014, não poderia deixar de aqui fazer uma breve referência aos recentes vinhos da Azores Wine Company. Vinhos que muito me agradaram e dos quais destaco o seu Arinto dos Açores 2014, talvez um dia, aqui no Lugar de Baco, como o vinho de 2014 da Azores Wine Company que, em minha opinião. mais se distinguiu.

Voltando ao protagonista deste post o Frei Gigantejá aqui, inúmeras vezes, apresentado, é dos dos brancos açorianos, que mais recomendo, este é, em minha opinião, uma escolha segura. Como reconhecimento cá está, novamente, agora na sua ultima versão,  2014.


Região (DOC): D / Castas: Arinto (90%), Verdelho e Tarrantez Produtor: Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico / Enólogo: Maria Álvares  / Tipo: Branco / Ano: 2014 / Álcool: 13,5%. 


De tom amarelo citrino, nariz algo discreto onde a tropicalidade da fruta se insinua por delicadas notas a ananás, embrenhado por um toque toque a madeira e um subtilíssimo tom enxofrado. Na boca, mostra-se um branco cheio,  fresco e seco,  com uma excelente acidez a marcar-lhe a elegância e um fim de boca longo e persistente.

Penso que apenas me falta, uma vez mais, dar os parabéns à CVIP.

Nota Pessoal:16
Preço: €7 (Ref.)



Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico
Avenida Padre Nunes da Rosa, 29
9950-302 Madalena
Tel: (+351) 292 622 262
E-mail: geral@picowines.net

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Morgado de Sta. Catherina Reserva 2012



          Região (DOC): Bucelas / Castas: Arinto / Produtor: Quinta da Romeira Sa /        Enólogo: João Corrêa / Tipo: Branco / Ano: 2012 / Álcool: 14%.


Talvez por ser um excelente Arinto. Talvez por ser, apenas, um dos brancos de Bucelas que mais aprecio. Ambas fortes razões para seja um habitué cá do sitio! Agora na sua versão 2012.

Gostaria, como nota introdutória, caso já não o tenham feito anteriormente, de vos propor a leitura de umas breves linhas de enquadramento histórico, sobre o vinho de Bucelas,   Aqui, narrado a quando a apresentação do Morgado de Sta. Catherina Reserva 2010.

No entanto em boa verdade, no meu artigo anterior, pouco ou nada referi  sobre a  Quinta da Romeira, não me quis alargar demasiado e acabei omitindo alguns factos que não deixam de ser, de certa forma, relevantes para o enquadramento do vinho que aqui vos trouxe. A Quinta da Romeira, existe desde 1703, teve sem dúvida alguma um papel determinante no reconhecido mérito do Arinto de Bucelas. Dos seus 130ha,  75ha são vinha. Para termos uma ideia ,  Quinta da Romeira, detém 37,5%, de toda a área de vinha existente na região de Bucelas, área que ronda sensivelmente os 200 ha.

Atualmente, a Quinta da Romeira é propriedade, recente, da Wine Ventures, liderada por Francisco de Sousa Ferreira, o seu principal acionista. A enologia ficou a cargo de Manuel Pires da Silva e da jovem Maria Godinho, contando ainda  com a preciosa colaboração de Manuel Vieira . Um projeto que se reforça e renova com a entrada, das novas ideias e vontades, destes  exprientes e reconhecidos senhores.

Um Arinto de grande classe, é o que me apraz adjetivar quando me refiro a este Morgado de Sta. Catherina Reserva 2012. Um vinho que nos continua a brindar, na sua essência, com os predicados com que nos habituou nas suas colheitas anteriores.

Um branco de tom citrino claro, no nariz, mostra alguma exuberância, os tons cítricas embrenha-se em notas de ananás maduro e algum maracujá, notas subtis mel e uma evidenciada tosta proveniente das barricas. Na boca mostra-se algo cheio, untuoso e com grande equilibrio,  sustentado por uma excelente acidez que lhe determina a elegância e um fim de boca muito prazeroso.

Penso que após tudo o que aqui referi ficou claro o meu enorme agrado por este Arinto! Recomendi-lhe vivamente a sua harmonização com pratos de peixe, carnes brancas e alguns queijos, não muito intensos, mas que exijam um branco já com alguma estrutura.

Nota Pessoal:16,5
Preço: €9 (Ref.)



Quinta da Romeira SA

2670 - 678 Bucelas
Tel: (+351) 219 687 023 / 219 687 071
E-mail: nfo@wineventures.eu
Site: www.wineventures.eu

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Curral Atlântis Verdelho e Arinto 2013


Região (DOC): Açores-Pico / Castas: Verdelho e Arinto  Produtor: Curral Atlântis / Enólogo: Paulo Laureano / Tipo: Branco / Ano: 2013  / Álcool: 14,5%.


Para inicio deste novo ano, escolhi um vinho Açoriano. Curral Atlântis (Verdelho e Arinto) 2013o vinho Açoriano de 2013 que, em minha opinião, melhor espelha a qualidade dos vinhos que os Açores têm para oferecer, um vinho Curral Atlântis.

Cada vez mais são as vozes que, impelidas pelo agrado, se manifestam surprendidas com os vinhos Açorianos.  " Não fazia ideia ...! Está muito bom! ".


Este é realmente um exemplo de um belíssimo branco, oriundo da ilha do Pico, onde as castas, Verdelho e Arinto dos Açores, através de uvas que brotam de cepas resguardadas por currais de basalto negro, assumem uma expressão muito própria, fazendo destes, vinhos realmente singulares. 



Prova de um dos lotes de vinhos Açorianos de 2013.


Um branco de tom amarelo citrino e aroma marcado pela tropicalidade do maracujá e ananás maduro, na boca, redondo, muito harmonioso e equilibrado, onde a fruta madura envolvida por uma excelente acidez e um subtilíssimo toque a maresia, marca-lhe o seu excelente potencial gastronómico.

Um vinho com um pendor gastronómico diferenciado, premiando harmonizações com entradas e pratos de alguma complexidade agridoce. Vale mesmo apena experimentar!


Nota Pessoal:16
Preço: €9 (Ref.)



Curral Atlântis

Travessa do Valverde
9950-365 Madalena
Tel: (+351) 292 622 534
E-mail:curraldeatlantis1@sapo.pt

quinta-feira, maio 01, 2014

Loios (branco) - 2013

 
Região (Doc): Alentejo / Castas: Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro   Produtor: J.Portugal Ramos / Enólogo: João Portugal Ramos   Tipo: Branco / Ano: 2013 / Álcool: 12,5%

Praticamente acabado de chegar ao mercado aqui está o Loios (branco) 2013 uma entrada de gama, da J. Portugal Ramos Vinhos, já aqui apresentado na sua colheita de 2012.

O que é facto, é que, colheita após colheita, este vinho de Estremoz mantêm-se fiel ao seu propósito. Ser, um branco, feito para agradar. O seu ponto forte, já lhe é referência, a sua excelente relação qualidade/preço! 

Com a adesão à recente iniciativa Europeia Business & Biodiversidade a J. Portugal Ramos, lança este Loios (branco) 2013, com uma garrafa mais leve 420 gramas. Esta nova politica, sem colocar em causa a qualidade do vinho, vem, obviamente, referenciada por uma mais valia económica e ambiental.

Um branco de tom citrino claro. Nariz fresco, marcado por elegantes notas cítricas e um leve tom vegetal. Na boca, a frescura suportada por uma acidez muito bem integrada são o pendor de um conjunto bem equilibrado e adornado pelas já referenciadas notas aromáticas. Termina como começou fresco e elegante. 

Vinho fácil de encontrar e muito consensual. Com uma belíssima aptidão para acompanhar os mais variados pratos de peixe e outras iguarias leves. Aqui fica a sugestão! 

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €2 a €5 (Ref.)

quarta-feira, outubro 02, 2013

Quinta do Regueiro (Alvarinho) - Reserva 2012


Região (Doc) Vinho Verde . Castas Alvarinho .  Produtor Quinta do Regueiro . Enólogo Sousa Pinto . Tipo Branco .  Ano 2012  .  Álcool 13%

Era uma questão de tempo, uma inevitabilidade, trazer aqui ao Lugar de Baco este Quinta do Regueiro (Alvarinho) Reserva.

Um Alvarinho da sub-região de Monção e Melgaço, nascido de um pequeno projecto com sensivelmente 6 hectares de pequenas parcelas de vinha. Em boa verdade, já desde 1999 se produz este Alvarinho, Quinta do Regueiro.

O que é facto, é que cada ano que passa, este Quinta do Regueiro (Alvarinho) Reserva tem vindo a evidenciar-se. Os sucessivos galardões que lhe têm vindo a ser atribuídos são, de certa forma, prova disto mesmo. Eu próprio, tenho acompanhado estas suas últimas colheitas, e apraz-me reconhecer que está um branco muito interessante, um Alvarinho moderno e feito para agradar, capaz de bater aos pontos muitos outros "brancos" de renome e com preços bem mais acrescidos.

Em minha opinião, o Quinta do Regueiro (Alvarinho) - Reserva 2012, apesar de se aprumar pelo fio condutor das colheitas anteriores ganha, nesta colheita 2012, um pouco mais de estrutura e complexidade. Pelo que pude apurar, tratou-se de um ano de baixa produção, o que consequentemente resultou na obtenção de uvas com maior nível de concentração. Claramente uma valiosa contribuição para o acréscimo qualitativo desta colheita 2012. Mais um branco a não perder!


Notas de Prova

Cor Amarelo citrino,  límpido e brilhante. Aroma expressivo, fresco e delicado, onde se evidenciam notas tropicais, ananás, maracujá ..., e um leve tom a citrinos, tudo envolto numa mineralidade simplesmente soberba. Na boca elegante, fresco e exuberante, com uma mineralidade e acidez de grande nível, bom volume, boa fruta e um final longo e persistente.

Nota Pessoal: 16,5
Preço: €5 a €10 (Ref.)

quarta-feira, setembro 25, 2013

Druida (Encruzado) - Reserva 2012


Região (Doc) Dão . Castas Encruzado . Produtor C20 . Enólogo João Corrêa & Nuno do Ó . Tipo Branco . Ano 2012 . Álcool 13,5%

Nome curioso, normalmente associado, em tempos idos, a conselheiros de grande sabedoria, dos quais poderíamos esperar grandes ensinamentos. Confesso que não consegui saber tudo o que gostaria sobre a história deste vinho. Mas uma coisa é certa, conseguiu arrancar-me um rasgado sorriso de pura satisfação. Este Druida Encruzado - Reserva 2012, bem poderia ter sido concebido por um Druida (ou dois).

Do que consegui apurar, este é um vinho elaborado de uma forma quase artesanal, a partir de uma selecção rigorosa de uvas provenientes de um lote de vinhas velhas, de uma das mais conceituadas castas brancas portuguesas, o EncruzadoComo o próprio rótulo nos profere, vinhedos estes plantados em solo granítico a 500 metros de altitude, na margem direita do rio Dão. 

Sem dúvida alguma um dos melhores brancos que bebi nos últimos  tempos. Um Encruzado simplesmente fabuloso, detentor de uma métrica  e frescura impressionante. Penso que não será necessário proferir muitos mais adjectivos para se decifrar o quanto me agradou este vinho. Deixo essa tarefa, de pura satisfação pessoal, para quem tiver a oportunidade e o prazer de o poder degustar
  
Notas de Prova

Cor amarelo citrino esbatidoAroma elegante e bastante mineral, com boas sugestões a citrinos e alguma pimenta verde. Boca estruturada e cheia, com toques de requinte e elegância a marcarem toda a prova, a graça da fruta se embrenha na frescura crocante de um conjunto carregado de virtudes que se vão esgotando suavemente num final longo e persistente.

Nota Pessoal: 17,5
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quarta-feira, setembro 18, 2013

Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010


Região (Doc) Bucelas . Castas Arinto . Produtor Companhia das Quintas .  Enólogo João Corrêa & Nuno de O . Tipo Branco .  Ano 2010  .  Álcool 13,5%

DBucelasmais propriamente da Quinta da Romeira chega-nos este, Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010
Reconhecida atualmente como a capital do Arinto, Bucelas, transporta na sua história alguma dfama que os seus vinhos obtiveram noutros tempos por outras paragens.
Pela altura das invasões Francesas, mais propriamente pela mão dos militares ingleses, grandes apreciadores destes vinhos, viria a tornar-se numa das primeiras regiões exportadoras de vinho, a verdadeira ponte para a sua internacionalização tem aqui a sua origem.
Com o fim desta guerra peninsular, os vinhos de Bucelas não caíram no esquecimento, pelo contrario, a sua exportação viria mesmo a intensificar-se. A corte inglesa havia-se rendido a estes vinhos.
Mas com o tempo, essa conquista por terras de sua majestade, foi-se desvanecendo. Que aconteceu? Talvez não tenhamos cuidado como deveríamos do nosso "Charneco" ou "Lisbon Hock" (vinho branco de Lisboa, tal como era conhecido)! Talvez as modas na corte tenham seguido outro destino! Talvez!

Felizmente nestes últimos anos, Bucelas, vem reencontrando o seu caminho, o seu famoso Arinto tem vindo a contribuir fortemente para o reconhecimento da qualidade dos seus vinhos. Actualmente, entre alguns dos seus excelentes embaixadores, temos este Morgado de Sta. Catherinaum branco, ou melhor um Arinto de grande classe, com uma estrutura e consistência admirável.

Recomendo-lhes vivamente este Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010um branco de excelente recorte. Das várias e belíssimas harmonizações que já tive o privilégio de efetuar com este vinho, deixo-vos a sugestão. Experimente-o a acompanhar com uns bifes de atum, harmonização simplesmente fabulosa!
  
Notas de Prova

Cor amarelo citrino levemente carregadoAroma dominado por notas a citrinos numa versão subtilmente compotada, ao abrir-se soltam-se algumas notas mais tropicais a ananás e leves sugestões a mel, tudo muito bem balanceado por uma excelente mineralidade e uma suave envolvencia a barrica. Na boca mostra-se fresco, cheio e bastante equilibrado, excelente simbiose entre a fruta, as notas meladas, a madeira e uma mineralidade bastante correta, final elegante e discreto.

Nota Pessoal: 17
Preço: €5 a €10 (Ref.)

quinta-feira, julho 11, 2013

Loios (branco) 2012


Região (Doc) Alentejo . Castas Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro . Produtor J. Portugal Ramos . Enólogo João Portugal Ramos . Tipo Branco .  Ano 2012  .  Álcool 12,5%

Este é certamente um dos vinhos que, para a maioria dos que por aqui passam, dispensa qualquer tipo apresentação. Contudo, para os que ainda não tiveram oportunidade de o provar, apraz-me apenas dizer o seguinte. Experimentem este Loios 2012! Um branco Alentejano com a assinatura de João Portugal Ramos.

Uma entrada de gama belíssima! Fresco, saboroso e a um excelente preço. Um vinho muito consensual, tal como na sua versão tinto, a relação qualidade/preço é sem duvida alguma o seu grande trunfo.

Pronto para todas frentes, é realmente um vinho que se adapta perfeitamente a variadíssimas situações e a um vasto leque de harmonizaçõesLoios 2012, um vinho a beber.  Aproveite! 


Notas de Prova

Aspecto amarelo citrino, límpido e levemente brilhanteAroma intenso, marcado por alguma fruta branca (ameixa), lima e um subtil toque vegetal. Paladar fresco e bastante equilibrado, onde se sobressai alguma secura, boa fruta, e uma acidez muito bem integrada a suportar um conjunto algo cheio e saboroso. Termina longo.

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €2 a €5 (Ref.)

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