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quinta-feira, maio 28, 2020

Quinta da Lapa (Homenagem a Sta. Teresa D’Ávila) Reserva 2014

   
Quinta da Lapa (Homenagem) Reserva 2014 / Tinto / 14%
Tejo / Syrah,Touriga Nacional, Merlot e Cabernet Sauvignon
Quinta da Lapa -Agrovia, Sa



Nas encostas soalheiras de Manique do Intendente, concelho da Azambuja, podemos encontrar a  Quinta da Lapa !
Recuemos na sua história, não a 1733 ano de sua fundação, mas a 1989, ano em que José Guilherme da Costa, a adquire e dá a inicio à sua segunda grande reforma. Uma profunda intervenção que, inevitavelmente, passa pela replantação de toda a sua vinha, hoje, as mais antigas, com cerca 30 anos, promove ainda a construção de uma moderna adega com as melhores tecnologias do inicio da década de 90.
Mais tarde, à cerca de dez anos, procede à recuperação da casa senhorial, datada de 1756, o que dará origem a um em pequeno empreendimento de turismo rural composto por  11 confortáveis suítes em que a traça antiga se alia aos toques de uma modernidade adequada.

Dos seus cerca de 100 hectares, 67 são, atualmente, de vinha, parcelada por talhões e castas. Arinto, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Trincadeira Preta, Syrah, Merlot, Alicante Bouschet e Aragonez, são, na sua essência, as castas predominantes.

Em 2011, Sílvia Canas da Costaarquitecta de formação e filha do proprietário , para além de ter assumido a recuperação "arquitectónica" do empreendimento, envolvesse nos destinos vitivinícolas, deste projeto, e em conjunto com o experiente enólogo Jaime Quendera como consultor e Jorge Ventura, o jovem viticultor e enólogo residente, lança, entre outros, este topo de gama, Quinta da Lapa (Homenagem a Sta.Teresa D’Ávila) Reserva 2014.
Este homenagem surge pela primeira vez com a colheita 2013, lançado em 2015, nos 500 anos do nascimento de Sta.Teresa D’Ávila.




Autoria de Sta. Teresa D' Ávila 


“Nada te perturbe, nada te espante,
tudo passa, Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem a Deus tem, nada lhe falta.
Só Deus basta.”




Um tinto de tom levemente grnat, No nariz o aroma é intenso, pejado de notas a fruta vermelha madura, um leve especiado e notas  abaunilhadas que se embrenham em apontamentos a tosta. Na boca mostra-se equilibrado e fresco, confere o seu lado especiado onde os seus finos taninos sustentam a consistência do conjunto. Final, longo e persistente. 
Um belíssimo tinto, que em minha opinião, atingiu o seu seu auge! Como tal aproveite para o degustar nos próximos tempos! 
 

 Not. 17
 Pvp: €21,50(Ref.)

domingo, outubro 27, 2019

Freixo - Reserva 2015

   
Freixo - Reserva 2015 / Alentejo / Tinto / 14,0% 
Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet
Herdade do Freixo 
  
Na pequena aldeia do Freixo,  freguesia de Redondo,  localiza-se a Herdade do Freixo, com cerca de 300 ha, nos quais se inserem as vinhas e uma moderna adega, composta por 3 pisos, construída, em profundidade, por baixo da vinha!

Um vinho cuidado, dperfil indiscutivelmente alentejano, de tom rubi, levemente profundo, aroma limpo e intenso, com boas notas a florais e fruta bem madura, subtilmente vegetal e onde tons a baunilha se combina com leves apontamentos a tosta. Na boca mostra-se macio e sedoso, medianamente encorpado, taninos bastante polidos e final levemente seco e bastante persistente. Um belo tinto alentejano com um pendor claramente gastronômico! 
 

 Not. 16,5

 Pvp: €18,70(Ref.)

quinta-feira, março 26, 2015

Apegadas Grande Reserva 2011



Região (DOC): Douro / Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Barroca    / Produtor: Quinta das Apegadas Soc. Agrícola, Lda / Enólogo: Rui Cunha /   Tipo: Tinto /    
Ano: 2011 / Álcool: 14,5%.


Em 2000, Cândida e António Amorim, adquirem no Douro, mais propriamente em Mesão Frio, uma propriedade, conhecida como  Quinta das Apegadascom cerca de 3,2ha dos quais 2ha são vinha,  totalmente reconvertida a partir de 2002. Em 2003 é então oficializada a criação da Quinta das Apegadas Soc. Agrícola, Lda.

Pouco tempo depois surge a oportunidade de adquirirem, também, a centenária Quinta da Velha, localizada  no concelho da Régua, na margem direita do rio Douro, esta com cerca de 14ha, dos quais 10ha são vinha e onde, em 2006, viriam a construir a sua adega.

Este, Apegadas Grande Reserva 2011, é um vinho oriundo da Quinta a Velha, produzido apenas em anos especiais, com os cuidados conferidos a um vinho de topo, dos quais saliento os 18 meses de estágio em barricas novas de carvalho francês. Um vinho marcado essencialmente pelos seus 80% de Touriga Nacional e pela moderada presença dos 16% de Touriga Franca que, muito provavelmente, lhe vem potenciar a estrutura.

Um tinto de tom rubi medianamente profundo, nariz, intenso, do qual sobressaem boas notas a frutos silvestres maduros envoltos num subtil toque floral e um indelével toque a barrica expresso pelo seu tom especiado e graciosamente tostado. Na boca, equilibrado e sóbrio, onde os seus polidos taninos  marcam o compasso de uma estrutura bem desenhada suportada por uma delicada acidez que, para além da frescura, incita a um fim de boca amplo e prolongado.

Um tinto que, em minha opinião, apesar da sua belíssima qualidade ficou, pelos excelentes argumentos com que se apresentava, um pouco aquém das minhas expetativas. Contudo estamos perante um belíssimo vinho, com uma boa relação qualidade/preço, que certamente irá agradar a muita gente.

Nota Pessoal:16,5
Preço: €17 (Ref.)




Quinta das Apegadas Soc. Agrí. Lda.
 
5040- 151 Mesão Frio
Tel: (+351) 254 899 438 / 966 000 468
E-mail: apegadas@apegadas.co.pt
Site: www.apegadas.co.pt/

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Munda Touriga Nacional 2007



Região (DOC): Dão / Castas: Touriga Nacional / Produtor: Fontes da Cunha SA / Enólogo: Francisco Olazabal e Joana Cunha / Tipo: Tinto / Ano: 2007 / Álcool: 14%.


Este foi, dos que provei nestes últimos tempos, um dos monovarietais, Touriga Nacional, que melhor expressou o excelente caracter desta casta.

Apesar da enorme e reconhecida relevância da Touriga Nacional no contesto vinico nacional, nestes últimos tempos, muitos são aqueles que, neste formato monocasta, não têm conseguido evidenciar as verdadeiras virtudes desta casta.

Talvez seja esta a razão pela qual tenho, tendencialmente,  desde há algum tempo para cá, tenho vindo a preferir a Touriga Nacional, quando integrada em blend. No entanto, pessoalmente, sou grande apreciador desta casta, principalmente quando se expressa de uma forma genuína e com alguma maturidade.

De volta ao Munda Touriga Nacional 2007, como já acima referi, um vinho do Dão, mais propriamente da Quinta do Mondego, um Touriga Nacional de grande categoria, com 18 meses de estágio em barricas novas de carvalho francês e mais um punhado de anos em garrafa. .

Um vinho de tom rubi denso, levemente profundo, no nariz, aroma sem grande exuberância mas ainda com boa intensidade, pejado de elegantes notas florais, e algum fruto negro bem maduro, algo especiado e subtilmente tostado. Na boca, fresco, cheio, quase mastigável, conjunto muito elegante, balanceado por finos taninos que lhe conferem um final longo e interminável.

Um tinto soberbo que marca pelo seu caracter educadamente autoritário, exigindo pratos ou queijos um pouco mais intensos, poderá tambem ser apreciado a solo como tempero de uma boa conversa.

Nota Pessoal:17.5
Preço: €17 (Ref.)



Quinta do Mondego

Estrada do Mondego - Caldas da Felgueira
3520 Nelas
Tel: (+351) 226 173 525
E-mail: quintadomondego@iol.pt

quinta-feira, abril 17, 2014

Lopo de Freitas - 2004


 
Região (Doc) Bairrada . Castas Baga, Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon .  Produtor Caves do Solar de São Domingos . Enólogo (atualmente) Suzana Pinho . Tipo Tinto .  Ano 2004  .  Álcool 13,5%

Feliz acaso este! Deparei-me recentemente com este Lopo de Freitas - 2004, um Bairradino, oriundo de uma das caves mais conceituadas deste País, Caves do Solar de São Domingos, fundada acerca de setenta e sete anos, por Elpídio Martins Semedo, sucedido, em 1970, na sua liderança por Lopo de Sousa Freitas, o senhor que premiou este vinho doando-lhe o seu nome.

Lopo de Sousa Freitas, foi, por cerca de quatro décadas, o rosto das Caves do Solar de São Domingos, o responsável pela profunda modernização desta em 2006.
Aos 85 anos, apesar de afastado das funções de administrador, era presença assídua e estimada por aquelas paragens. Infelizmente, em novembro passado, faleceu.

Continuará para sempre ligado, não só, às Caves do Solar de São Domingosmas a toda a região da Bairrada, a quem, como fundador, deixa como legado, a Academia do Vinho da Bairrada e a Confraria da Bairrada.

O vinho, para mim, também é isto. Histórias que perduram e os tornam únicos

Este Lopo de Freitas - 2004, é para além de tudo, um blend marcado pela Baga, de tom rubi a tender para o grenat, apresenta-se com um bouquet, elegante, marcado por notas a frutos em passa, uma excelente envolvência vegetal e um leve tom especiado. Na boca, confere os tons aromáticos, apresenta-se fresco, bastante equilíbrado e elegante, taninos finos a compor a boa estrutura, final médio.

Sem dúvida um dos melhores tintos, das  Caves do Solar de São Domingos, que provei!

Nota Pessoal: 17
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quinta-feira, março 13, 2014

Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010


 
Região (Doc) Douro . Castas (várias) .  Produtor Durham-Agrellos . Enólogo Carlos Agrellos . Tipo Tinto .  Ano 2010  .  Álcool 14%

Com a aquisição em 1991 da Quinta do Espinhal de Baixo,  localizada na  margem direita do Rio Douro, entre o Peso da Régua e o Pinhão, a  família  Agrellos, desde à muito ligada à produção de uvas para comercialização, dá início a uma longa e profunda recuperação das vinhas da quinta. Recuperação esta, que se estende até 2002, ano em que arranca efetivamente com  produção dos seus próprios vinhos.



Marka foi, a partir de 2004, a bonita forma que a família de José Carlos Agrellos encontrou para homenagear, uma grande impulsionadora deste projeto, Marjorie Kathleen Durham Agrellos , atribuindo como marca, aos seus vinhos, a conjugação das duas primeiras sílabas dos nomes próprios.

Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010, um verdadeiro vinhas velhas, elaborado a partir de uvas oriundas de cepas que rondam os setenta e quatro anos, pertença de um vinhedo, composto por cerca de duas a três dezenas de castas diferentes. 

Estes vinhas velhas , são realmente um pequeno espólio do nosso rico património ampelográfico. São vinhos únicos! Um lote composto por um tão elevado número de castas diferentes, a existir, fora deste rectângulo Português, tratar-se-á efetivamente de uma raridade.

Estas vinhas velhas, normalmente com baixos índices de produção, dão origem a vinhos concentrados e complexos, como este  Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010, seguramente um dos seus dignos representantes.

De tom rubi carregado, aroma concentrado, marcado pela fruta preta e um leve toque vegetal, envolto em notas tostadas, especiadas e algo abaunilhadas. Boca marcada pela frescura e elegância, confere na sua essência as suas principais notas aromáticas, boa complexidade e bons taninos a suportar uma estrutura bem desenhada, final médio. 

Já vem sendo habitual esta minha referência à jovialidade/potencial evolutivo de alguns dos, recentes e mais estruturados, vinhos, que tenho vindo a apresentar. Mas efectivamente, em minha opinião, o  Marka (Vinhas Velhas) - Reserva 2010,  apesar de, desde já, nos poder proporcionar uma belíssima prova, ira certamente ganhar com mais algum tempo em garrafa.

Partindo do princípio que poderá não estar para esperas! Deixe-o pelo menos respirar durante uma ou duas horas, e aprecio-o até à ultima gota.

Nota Pessoal: 16,5
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

Pacheca - Reserva 2011

 
Região (Doc) Douro . Castas Touriga Franca,Tinta Roriz,Touriga Nacional,Tinto Cão, Tinta Amarela e Sousão .  Produtor Quinta da Pacheca . Enólogo Maria Serpa Pimentel . Tipo Tinto .  Ano 2011  .  Álcool 15%

Um vinho oriundo do Douro, mais propriamente da Quinta da Pacheca, uma das primeiras quintas a engarrafar vinhos com a sua própria marca. Da família Pacheco Pereira, herdou o nome e uma boa parte da sua história. Em 1903, passa para as mãos da família Serpa Pimentel, a quem se deve os vinhos que hoje conhecemos.

Mas por vezes a necessidade de crescer obriga a impelirem-se novos rumos e em 2012, 75% do capital da Quinta da Pacheca é adquirido pela Agribeira, uma empresa especializada na distribuição de bebidas.

Abriram-se assim novos horizontes, o desafogo financeiro permitiu olhar o futuro de forma bastante mais otimista. Produzir e exportar mais são, também e agora, prioridade na Quinta da Pacheca.

Mas seguramente serão vinhos como este, Pacheca Reserva 2011, que darão vulto e blasonarão o nome e a história desta marca. Um vinhas velhas de grande categoria, inconfundivelmente um vinho do Douro.

De tom rubi algo carregado, nariz discreto, marcado pela fruta vermelha e um leve tom a baunilha, envolto num subtilíssimo tostado proveniente das barricas. Boca marcada por uma frescura que se estende ao longo de toda a prova, boa fruta, algo especiado e complexo, taninos vivos mas bem domados, madeira muito bem integrada, assim como os seus 15% de álcool, cheio e poderoso, detentor de uma excelente estrutura, termina longo e persistente. 

Pessoalmente, recomendo-lhe tempo, mas desde já proporciona uma prova muito prazerosa. Decida por si! Em qualquer das opções ficará a ganhar.

Nota Pessoal: 17
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quarta-feira, outubro 16, 2013

José de Sousa Mayor - 2009


Região (Doc) Alentejo . Castas Grand Noir, Trincadeira e Aragonez .  Produtor José Maria da Fonseca . Enólogo Domingos Soares Franco . Tipo Tinto .  Ano 2009  .  Álcool 13,5%

Com a aquisição em 1986 da Casa Agrícola José de Sousa Rosado Fernandes, a José Maria da Fonseca, mais propriamente, a família Soares Franco, encontrou na Herdade do Monte da Ribeira, condições privilegiadas para dar azo à realização de um antigo sonho, produzir vinho no Alentejo.

É precisamente desta herdade, localizada em  pleno coração Alentejano, em Reguengos de Monsaraz, com cerca de 120 hectares dos quais 72 são vinha, que provem este José de Sousa Mayor - Reserva 2009.

Lançado no mercado em Junho passado, é o ex-líbris Alentejano da JMF, um tinto que busca na tradição, não só alguma da genuinidade dos antigos tintos da talha, mas também alguma identidade própria.

A fermentação parcial em ânforas de barro e o estagio de onze meses em cascos de madeira nova de carvalho francês, conferem a este vinho carácter e uma excelente complexidade. 

Um vinho feito sem pressas e como tal deverá ser apreciado. É um vinho que pede tempo para se mostrar, deixe-o arejar durante algum tempo num decanter ou simplesmente num copo condigno com seu estatuto. Um vinho fresco e vibrante a pedir pratos de paladar forte.


Notas de Prova

Cor rubi carregado. Aroma exuberante carregado fruta madura, esteva, folha de tabaco verde, especiarias, boas notas balsâmicas e uma enorme persistência. Na boca vivo e muito fresco, boa estrutura e elegância  taninos firmes mas polidos, excelente envolvencia das notas balsâmicas com as finíssimas notas a madeira, final longo e persistente. 

Nota Pessoal: 17
Preço: €15 a €20 (Ref.)

quarta-feira, setembro 25, 2013

Druida (Encruzado) - Reserva 2012


Região (Doc) Dão . Castas Encruzado . Produtor C20 . Enólogo João Corrêa & Nuno do Ó . Tipo Branco . Ano 2012 . Álcool 13,5%

Nome curioso, normalmente associado, em tempos idos, a conselheiros de grande sabedoria, dos quais poderíamos esperar grandes ensinamentos. Confesso que não consegui saber tudo o que gostaria sobre a história deste vinho. Mas uma coisa é certa, conseguiu arrancar-me um rasgado sorriso de pura satisfação. Este Druida Encruzado - Reserva 2012, bem poderia ter sido concebido por um Druida (ou dois).

Do que consegui apurar, este é um vinho elaborado de uma forma quase artesanal, a partir de uma selecção rigorosa de uvas provenientes de um lote de vinhas velhas, de uma das mais conceituadas castas brancas portuguesas, o EncruzadoComo o próprio rótulo nos profere, vinhedos estes plantados em solo granítico a 500 metros de altitude, na margem direita do rio Dão. 

Sem dúvida alguma um dos melhores brancos que bebi nos últimos  tempos. Um Encruzado simplesmente fabuloso, detentor de uma métrica  e frescura impressionante. Penso que não será necessário proferir muitos mais adjectivos para se decifrar o quanto me agradou este vinho. Deixo essa tarefa, de pura satisfação pessoal, para quem tiver a oportunidade e o prazer de o poder degustar
  
Notas de Prova

Cor amarelo citrino esbatidoAroma elegante e bastante mineral, com boas sugestões a citrinos e alguma pimenta verde. Boca estruturada e cheia, com toques de requinte e elegância a marcarem toda a prova, a graça da fruta se embrenha na frescura crocante de um conjunto carregado de virtudes que se vão esgotando suavemente num final longo e persistente.

Nota Pessoal: 17,5
Preço: €15 a €20 (Ref.)

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