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quinta-feira, maio 01, 2014

Loios (branco) - 2013

 
Região (Doc): Alentejo / Castas: Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro   Produtor: J.Portugal Ramos / Enólogo: João Portugal Ramos   Tipo: Branco / Ano: 2013 / Álcool: 12,5%

Praticamente acabado de chegar ao mercado aqui está o Loios (branco) 2013 uma entrada de gama, da J. Portugal Ramos Vinhos, já aqui apresentado na sua colheita de 2012.

O que é facto, é que, colheita após colheita, este vinho de Estremoz mantêm-se fiel ao seu propósito. Ser, um branco, feito para agradar. O seu ponto forte, já lhe é referência, a sua excelente relação qualidade/preço! 

Com a adesão à recente iniciativa Europeia Business & Biodiversidade a J. Portugal Ramos, lança este Loios (branco) 2013, com uma garrafa mais leve 420 gramas. Esta nova politica, sem colocar em causa a qualidade do vinho, vem, obviamente, referenciada por uma mais valia económica e ambiental.

Um branco de tom citrino claro. Nariz fresco, marcado por elegantes notas cítricas e um leve tom vegetal. Na boca, a frescura suportada por uma acidez muito bem integrada são o pendor de um conjunto bem equilibrado e adornado pelas já referenciadas notas aromáticas. Termina como começou fresco e elegante. 

Vinho fácil de encontrar e muito consensual. Com uma belíssima aptidão para acompanhar os mais variados pratos de peixe e outras iguarias leves. Aqui fica a sugestão! 

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €2 a €5 (Ref.)

quinta-feira, julho 11, 2013

Loios (branco) 2012


Região (Doc) Alentejo . Castas Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro . Produtor J. Portugal Ramos . Enólogo João Portugal Ramos . Tipo Branco .  Ano 2012  .  Álcool 12,5%

Este é certamente um dos vinhos que, para a maioria dos que por aqui passam, dispensa qualquer tipo apresentação. Contudo, para os que ainda não tiveram oportunidade de o provar, apraz-me apenas dizer o seguinte. Experimentem este Loios 2012! Um branco Alentejano com a assinatura de João Portugal Ramos.

Uma entrada de gama belíssima! Fresco, saboroso e a um excelente preço. Um vinho muito consensual, tal como na sua versão tinto, a relação qualidade/preço é sem duvida alguma o seu grande trunfo.

Pronto para todas frentes, é realmente um vinho que se adapta perfeitamente a variadíssimas situações e a um vasto leque de harmonizaçõesLoios 2012, um vinho a beber.  Aproveite! 


Notas de Prova

Aspecto amarelo citrino, límpido e levemente brilhanteAroma intenso, marcado por alguma fruta branca (ameixa), lima e um subtil toque vegetal. Paladar fresco e bastante equilibrado, onde se sobressai alguma secura, boa fruta, e uma acidez muito bem integrada a suportar um conjunto algo cheio e saboroso. Termina longo.

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €2 a €5 (Ref.)

sexta-feira, setembro 28, 2012

Diálogo 2010 (T) e Diálogo 2011 (B)





Da família "Fabulosos", denominação Niepoort para estes seus vinhos cujo o nome e a roupagem ganham especificidades conforme o País a que se destinam, eis a sua última geração para o mercado Português, Diálogo 2010 (tinto) e Diálogo 2011 (branco).

Em 2002  Dirk Niepoort  cria um novo conceito. Para o mesmo vinho um rótulo desenvolvido especificamente para cada mercadoÉ de facto um conceito extremamente interessante e inovador, e pelo que sei um case study.

Estes vinhos, para além do seu agradável e prazeroso néctar, pretendem também, através dos os seus criativos rótulos, ilustrados por artistas locais, cujo a temática envolve normalmente menções históricas, vínicas e outras alusões a factos típicos e circunstanciais dos Países a que se destinam, captar-nos a tenção e despertar-nos a curiosidade

Esta é a entrada de gama da Niepoort, vinhos feitos para serem agradáveis, para se beberem e desfrutar, ideal para fomentar o gosto e a curiosidade pelo vinho, assim como, em outras paragens, uma boa forma de abordagem  ao vinho Português.



Diálogo - Tinto 2010
 

Região: Douro
Castas: Touriga Franca,Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Outros
Tipo: Tinto
Ano: 2010
Álcool: 13,0%


  
 

O mesmo vinho a mesma colheita? Não obstante a diferença de rótulos, em que o Diálogo Guimarães 2010, associa a Niepoort à celebração da cidade de Guimarães, Capital Europeia da cultura 2012, não existem diferenças entre estes Diálogo 2010, foi esta a convicção com que fiquei após os ter provado, estarei errado? Não creio,  mas ...

Sem duvida um vinho bem feito, correto e fresco, encerra em si alguma tipicidade Duriense e cumpre muito bem o seu propósito.

Aspecto rubi. Aroma fresco marcado por notas a frutos vermelhos e um leve toque a vegetal entre o mato e o adocicado da erva seca. Paladar  polido, dominado pela frescura da fruta e uma leve envolvência vegetal, um tinto bem arrumado e sem arestas, termina razoavelmente longo e agradável, excelente aptidão gastronômica .
  


Nota Pessoal: 15,5
Preço: €7,25 (Ref.)  




Diálogo - Branco 2011
  

Região: Douro
Castas: Rabigato, Codega do Larinho, Gouveio, Dona Branca, Viosinho, Bical e Outras
Tipo: Branco 
Ano: 2011
Álcool: 13,5%







  

Um Diálogo branco na sua segunda edição, a mesma filosofia, o mesmo conceito. Uma entrada de gama da Niepoort, feito para cativar e agradar.

Um vinho cujo o registo parece-me adequado para o tipo de perfil expectável para este vinho, em minha opinião, falta-lhe apenas um pouco mais de afinação.

Um vinho, que ganha claramente alguma definição e equilíbrio após algum tempo de arejamento. Certamente encontrará uns quantos que lhe apregoarão os méritos.


Aspecto amarelo citrino, levemente brilhante Aroma discreto marcado por leves notas cítricas, e ténues sugestões florais, envoltas num adocicado que se embrenha por entre uma suave mineralidade. Paladar menos evidências cítricas, e mais pêssego sumarento. Bom volume de boca, e uma ligeira acidez que retempera o conjunto e atenua, de certa forma, o subtil açúcar residual presente num final de boca levemente persistente e prolongado. 



Nota Pessoal: 15,0
Preço: €6,20 (Ref.)


quarta-feira, agosto 22, 2012

Quinta da Lixa





Vindos da Quinta da Lixa,  estes foram os vinhos que durante este verão de 2012, desfilaram praticamente por toda a eno-blogosfera portuguesa, a imagem de vinho de verão despretensioso, agradável e de baixo custo, foi claramente o ponto de concórdia.

Um projecto que começa a tomar forma em 1986, com a junção de alguns vinhedos familiares, e que vem em 1992, com a aquisição da Quinta da Lixa a despoletar na constituição de uma empresa com seu nome Quinta da Lixa, Soc. Agr. Lda.

A aposta foi subindo de tom, segui-se a a aquisição da Quinta do Sanguinhedo com mais 22 hectares vinha, e com ela nasce um novo projecto, o enoturismo.

Actualmente contam já com 52 hectares de vinha, onde  essencialmente predominam castas Alvarinho, Trajadura e Loureiro.

Uma correcta visão e posicionamento num nicho de mercado, onde os vinhos têm o propósito de serem leves, frescos, agradáveis e bastante acessíveis, mostra a forma inteligente com que Óscar Meireles apoiado pelo enólogo Carlos Teixeira gere este projecto familiar, mantém toda a vertente produtiva e comercial extremamente bem focada neste propósito e quando assim é os sucessos avizinham-se.

Há um aspecto que é sempre bom relembrar. Os vinhos, mesmos os mais simples podem sempre ser muito bons, dentro das suas categorias, e como tal assim deverão ser entendidos. Os escritos, as opiniões mais coerentes, normalmente deveriam ter unicamente um sentido, o que poderá o consumidor esperar de um vinho, tendo em conta o que terá de pagar por ele. 
Por este facto, quando pedem uma opinião sobre que vinho recomendaria, a pergunta é inevitável. Quanto estão dispostos a pagar por ele?   


Quinta da Lixa  - 2011



Região: Vinhos Verdes
Castas: Loureiro, Trajadura e Alvarinho
Tipo: Branco (Verde)
Ano: 2011
Álcool: 11,5%








Notas de Prova:

Um vinho despretensioso, bem feito, leve e fresco, uma agradável companhia de verão. O seu baixo teor alcoólico permite-nos desfrutar mais prolongadamente da sensação de leveza e frescura que estes vinhos têm para nos oferecer.

Uma belíssima companhia para entradas e partos leves, típicos de verão como ele próprio.     

Aspecto citrino de tom levemente pálido e algo brilhanteAroma delicado marcado por notas cítricas e um leve toque tropical. Paladar no essencial confere as sensações aromáticas, afinado e com uma correcta acidez a proporcionar-lhe uma agradável sensação de fina frescura ao longo de toda a prova.  


Nota Pessoal: 15
Preço: €2,99 (Ref.)  





Aroma das Castas - Alvarinho/Trajadura 2011



Região: Vinhos Verdes
Castas: Alvarinho e Trajadura
Tipo: Branco (Verde)
Ano: 2011
Álcool: 12,5%








Notas de Prova:

Um vinho agradável e bem conseguido. Mais um boa consequência da combinação entre as castas Alvarinho e Trajadura, mantendo o registo de vinho de verão, apraz-me dizer venham elas !    

Aspecto amarelo citrino, levemente brilhante Aroma expressivo e persistente, onde para alem das nuances frutadas a pêssego, pêra, descortinam-se leves notas florais a aludir-nos algo citrino, flor de laranjeira tal como a ilustração do rotulo pretende descortinar. Paladar fresco e com alguma vivacidade, provocado por um bom nível de acidez, potenciado pela presença de um leve gás carbónico que se vai manifestando por meio elegantes e abundantes agulhas ao longo de toda a prova, a fruta confere e acaba mesmo por ser dominante, termina fresco e medianamente persistente.



Nota Pessoal: 15,5
Preço: €3,99 (Ref.)  


Pouco Comum - Alvarinho 2011



Região: Minho(Regional Vinhos Verdes)
Castas: Alvarinho
Tipo: Branco (Verde)
Ano: 2011
Álcool: 12,5%








Notas de Prova:

Um Alvarinho "Pouco Comum", no nome? Talvez não só! O vinho está agradá-vel e feito com este propósito. Dado o seu perfil cheio e subtilmente adocicado, poderá funcionar bastante bem, também, como aperitivo. 

Aspecto amarelo citrino, levemente brilhante Aroma agradável impregnado de notas cítricas (lima, limão, tangerina), onde leves notas florais e alguma tropicalidade também marcam presença. Paladar aqui o pendor tende mais para as notas a fruta tropical. Boa estrutura e volume, onde uma correcta acidez e alguma mineralidade permitem a integração do ligeiro açúcar residual que teima em transparecer no seu final de boca levemente prolongado. 

Sem duvida alguma um Alvarinho muito acessível, que irá agradar a muita gente. 

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €4,29 (Ref.)  



Terras do Minho - Touriga Nacional 2011 (Rosé)



Região: Vinhos Verdes
Castas: Touriga Nacional
Tipo: Rosé
Ano: 2011
Álcool: 11,0%








Notas de Prova:

Mais um vinho próprio para época estival, um rosado TN com apenas 11% de álcool, Screw-cap à parte, a imagem está bastante apelativa, assim como o seu preço beba-se!      

Aspecto rosado vivoAroma fresco e delicado, onde sobressaem boas notas a fruta vermelha, morangos, groselha ..., com leves sugestões florais. Paladar  igualmente fresco onde as notas a fruta vermelha agora surgem de uma forma mais subtil , permitindo que leves sugestões vegetais se embrenham no conjunto e que através de uma correcta acidez e um leve gás carbónico,  se vislumbre uma sensação dictómica, a levíssima doçura de uma fruta fresca, contracena com um final seco e levemente persistente.

Nota Pessoal: 14,5
Preço: €2,99 (Ref.)


sábado, maio 05, 2012

Preguiça - Reserva 2008


Região: Douro
Castas: Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz
Produtor: António Augusto Teixeira Fraga
Enólogo: José Pinheiro
Tipo: Tinto
Ano: 2008
Álcool: 13,5%
  
PreguiçaOriundo do Douro, do Douro superior de solos xistosos e de vinhas com mais de 20 anos. As castas, numa linguagem entre amigos os três T's, uma conjugação que nos é tão familiar nos vinhos desta região, e com a responsabilidade que lhe advém, não fosse esta conjugação responsável por alguns dos grandes vinhos que todos nós conhecemos.

Notas de Prova:

Um vinho harmonioso e agradável feito para dar prazer à mesa, apesar  da insinuação à complexidade aqui a abordagem é directa e franca o que para a estrutura deste vinho está muito bem.

Aspecto rubi levemente profundo. Aroma limpo e intenso marcado pelas notas típicas das castas que o compõem, frutos silvestres e um toque floral, levemente balsâmicoPaladar fresco e leve, marcado pela fruta e um leve toque vegetal, o subtil tostado vem dar-lhe alguma graça. Taninos vivos mas muito bem arrumados num conjunto medianamente encorpado e um final tambem ele mediano mas agradável.

Um bom vinho a um bom preço, estamos perante um reserva que estagiou 6 meses em barricas de carvalho francês, não podemos pedir muito mais. 
  

Nota Pessoal: 15,5
Preço: €5,00 (Ref.)

quinta-feira, março 01, 2012

Periquita (branco) 2011



Região: Península de Setúbal
Castas: Moscatel de Setúbal, Verdelho, Viognier e Viosinho
Produtor: José Maria da Fonseca
Enólogo: Domingos Soares Franco
Tipo: Branco
Ano: 2011
Álcool: 12,5%
  
Confesso que tenho boas recordações dos vinhos Periquita, a melhor de todas o seu tinto clássico de 1994. Enfim! Uma marca Portuguesa que faz parte da história viníca deste Pais. 

A primeira colheita deste branco, surge em 2006, mas só agora, com a colheita 2011, tive contacto com esta versão Periquita branco. Pelo que me constou, esta ultima colheita conta já, com algumas afinações, nomeadamente com a alteração das castas que o compõem. A saída do Arinto e a introdução  Verdelho, Viognier e Viosinho.

Informação sobre este produtor e o seu enólogo Domingos Soares Franco, poderá ser encontrada em outras publicações (aqui).


Notas de Prova:

Um branco agradável, suave e despretensioso, são os termos que me apraz usar para caracterizar este vinho. Um vinho para ser bebido já, e a acompanhar algo leve como ele próprio. 

Aspecto amarelo citrino, levemente pálido. Aroma medianamente intenso, onde se evidenciam algumas notas cítricas ou a flor de laranjeira, que se combinam com notas subtis a pêssego ... Paladar suave com alguma evidencia cítrica, num conjunto equilibrado, num registo de média/baixa frescura (acidez/mineralidade), terminando como começou suave e agradável.  

Como sugestão, tenha umas garrafas no frio para ir bebericando quando o tempo teimar em aquecer.


Nota Pessoal: 15,0
Preço: €5,00 (Ref.)

sábado, dezembro 31, 2011

TERRAS D'ALTER ( Parte II )



Dois blend's, um colheita e um reserva, vinhos elaborados pela mão experiente de Peter Bright, partir de castas muito distintas.

Ambos repousaram em madeira por uns bons meses, vinhos que apesar do fio condutor que os une, são vinhos bastante distintos.

Um colheita despretensioso mas a quem lhe foi conferida alguma atenção, um vinho feito para a mesa, a contrapor com um reserva mais elegante e elaborado e do qual não terei muitas duvidas em afirmar que irá agradar a muita gente. A relação preço/qualidade deste vinho é sem duvida correcta. Um vinho que me agradou bastante e o qual recomendo vivamente.




Terra d'Alter - 2009


Castas: Touriga Nacional, Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet 
Tipo: Tinto
Ano: 2009
Álcool: 13,5%








Notas de Prova:

Um vinho entrada de gama, sujeito a alguns cuidados quer na vinificação quer nos 6 meses que permaneceu nas barricas de carvalho francês onde estagiou.

Como já referi estamos perante um vinho despretensioso, fácil, arriscaria a dizer para o dia a dia, como tal está bastante bem.     

Aspecto  rubi com laivos violáceos e rebordo esbatido, levemente profundo e intenso. Aroma notas a fruta bem madura, algo adocicado e levemente especiado. Paladar predominantemente frutado, num conjunto algo cheio e redondo,  taninos suaves, macio e com um leve traço de rusticidade que não lhe tira a graça.  


Nota Pessoal: 15,5
Preço: €4,50 (Ref.)  



Terra d'Alter  Reserva - 2009


Castas: Vinhas velhas, Afrocheiro,Syrah e Petit Verdot
Tipo: Tinto
Ano: 2009
Álcool: 14,5%








Notas de Prova:

Um vinho que realmente se destacou dos demais, bem estruturado boa correcção e alguma elegância, sem exageros e desequilíbrios, os 18 meses de estágio em barrica estão patentes mas em boa proporção. Um vinho apesar de tudo ainda jovem, penso que poderá evoluir ainda um pouco mais.

Aspecto  rubi profundo com rebordo levemente violácio. Aroma intenso, onde predominam notas frutos vermelhos maduros, um tostado bastante bem integrado envolvido por leves notas especiadas. Paladar intenso e vivo onde predominam as notas frutadas, a tosta, especiarias, num conjunto encorpado e onde bons taninos sem arestas marcam o compasso, termina fresco e longo.  


Nota Pessoal: 16,5
Preço: €8,0 (Ref.)  
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