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quarta-feira, outubro 02, 2013

Quinta do Regueiro (Alvarinho) - Reserva 2012


Região (Doc) Vinho Verde . Castas Alvarinho .  Produtor Quinta do Regueiro . Enólogo Sousa Pinto . Tipo Branco .  Ano 2012  .  Álcool 13%

Era uma questão de tempo, uma inevitabilidade, trazer aqui ao Lugar de Baco este Quinta do Regueiro (Alvarinho) Reserva.

Um Alvarinho da sub-região de Monção e Melgaço, nascido de um pequeno projecto com sensivelmente 6 hectares de pequenas parcelas de vinha. Em boa verdade, já desde 1999 se produz este Alvarinho, Quinta do Regueiro.

O que é facto, é que cada ano que passa, este Quinta do Regueiro (Alvarinho) Reserva tem vindo a evidenciar-se. Os sucessivos galardões que lhe têm vindo a ser atribuídos são, de certa forma, prova disto mesmo. Eu próprio, tenho acompanhado estas suas últimas colheitas, e apraz-me reconhecer que está um branco muito interessante, um Alvarinho moderno e feito para agradar, capaz de bater aos pontos muitos outros "brancos" de renome e com preços bem mais acrescidos.

Em minha opinião, o Quinta do Regueiro (Alvarinho) - Reserva 2012, apesar de se aprumar pelo fio condutor das colheitas anteriores ganha, nesta colheita 2012, um pouco mais de estrutura e complexidade. Pelo que pude apurar, tratou-se de um ano de baixa produção, o que consequentemente resultou na obtenção de uvas com maior nível de concentração. Claramente uma valiosa contribuição para o acréscimo qualitativo desta colheita 2012. Mais um branco a não perder!


Notas de Prova

Cor Amarelo citrino,  límpido e brilhante. Aroma expressivo, fresco e delicado, onde se evidenciam notas tropicais, ananás, maracujá ..., e um leve tom a citrinos, tudo envolto numa mineralidade simplesmente soberba. Na boca elegante, fresco e exuberante, com uma mineralidade e acidez de grande nível, bom volume, boa fruta e um final longo e persistente.

Nota Pessoal: 16,5
Preço: €5 a €10 (Ref.)



quarta-feira, setembro 18, 2013

Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010


Região (Doc) Bucelas . Castas Arinto . Produtor Companhia das Quintas .  Enólogo João Corrêa & Nuno de O . Tipo Branco .  Ano 2010  .  Álcool 13,5%

DBucelasmais propriamente da Quinta da Romeira chega-nos este, Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010
Reconhecida atualmente como a capital do Arinto, Bucelas, transporta na sua história alguma dfama que os seus vinhos obtiveram noutros tempos por outras paragens.
Pela altura das invasões Francesas, mais propriamente pela mão dos militares ingleses, grandes apreciadores destes vinhos, viria a tornar-se numa das primeiras regiões exportadoras de vinho, a verdadeira ponte para a sua internacionalização tem aqui a sua origem.
Com o fim desta guerra peninsular, os vinhos de Bucelas não caíram no esquecimento, pelo contrario, a sua exportação viria mesmo a intensificar-se. A corte inglesa havia-se rendido a estes vinhos.
Mas com o tempo, essa conquista por terras de sua majestade, foi-se desvanecendo. Que aconteceu? Talvez não tenhamos cuidado como deveríamos do nosso "Charneco" ou "Lisbon Hock" (vinho branco de Lisboa, tal como era conhecido)! Talvez as modas na corte tenham seguido outro destino! Talvez!

Felizmente nestes últimos anos, Bucelas, vem reencontrando o seu caminho, o seu famoso Arinto tem vindo a contribuir fortemente para o reconhecimento da qualidade dos seus vinhos. Actualmente, entre alguns dos seus excelentes embaixadores, temos este Morgado de Sta. Catherinaum branco, ou melhor um Arinto de grande classe, com uma estrutura e consistência admirável.

Recomendo-lhes vivamente este Morgado de Sta. Catherina - Reserva 2010um branco de excelente recorte. Das várias e belíssimas harmonizações que já tive o privilégio de efetuar com este vinho, deixo-vos a sugestão. Experimente-o a acompanhar com uns bifes de atum, harmonização simplesmente fabulosa!
  
Notas de Prova

Cor amarelo citrino levemente carregadoAroma dominado por notas a citrinos numa versão subtilmente compotada, ao abrir-se soltam-se algumas notas mais tropicais a ananás e leves sugestões a mel, tudo muito bem balanceado por uma excelente mineralidade e uma suave envolvencia a barrica. Na boca mostra-se fresco, cheio e bastante equilibrado, excelente simbiose entre a fruta, as notas meladas, a madeira e uma mineralidade bastante correta, final elegante e discreto.

Nota Pessoal: 17
Preço: €5 a €10 (Ref.)


quinta-feira, março 14, 2013

Quinta de Camarate 2009


Região (Doc) Setúbal . Castas Touriga Nacional, Aragonez, Cabernet Sauvignon e Castelão . Produtor José Maria da Fonseca . Enólogo Domingos Soares Franco . Tipo Tinto .  Ano 2009  .  Álcool 13%
  
Deram-lhe o nome da quinta de onde provem, Quinta de Camarate. Situada em Azeitão e pertença da José Maria da Fonseca à praticamente 100 anos, conta com uma área de cerca de 110ha, dos quais, 40ha são de vinha. Tendo em conta as castas já existentes e a introdução, em 1994, de novas  castas, assim como algumas replantações, faz com que a José Maria da Fonseca conte com uma colecção ampelográfica de cerca de 560 Castas, portuguesas e estrangeiras. A restante área da Quinta de Camarate, destina-se ao pastoreio de ovelhas, daqui que sai o famoso Queijo de Azeitão.

Apesar de bastante familiarizado com os vinho José Maria da Fonseca, e concretamente com o vinho em questão, confesso que esta colheita foi uma agradável surpresa, gostei! Este Quinta de Camarate 2009, para mim, está uns pontos acima das colheitas anteriores.

Um vinho bem feito, equilibrado e com graça. Aqui está um vinho capaz de agradar um leque bastante vasto de apreciadores. Como harmonização, deixo, neste caso, a sugestão mais natural, o Quinta de Camarate 2009 com o próprio e famoso Queijo de AzeitãoO preço faz dele uma boa compra.

Notas de Prova

Aspeto rubi, profundo. Aroma intenso e fresco, carregado de notas a fruta  de baga preta madura (cereja, framboesa, groselha ...), boas sugestões vegetais e um leve toque a pimentos, ponteado por subtis notas a tosta. Paladar intenso mas com excelente equilíbrio entre o vigor e elegância  confere as boas notas a fruta, o toque vegetal, assim como a subtil barrica, corpo médio, taninos presentes mas muito bem integrados num conjunto guloso e fresco. Final medianamente persistente.

Nota Pessoal: 16
Preço: €7,50 (Ref.)



PS. Amostra enviada pelo produtor.

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Frei Gigante 2011



 Região (Doc) Açores - Pico . Castas Arinto (+90%), Verdelho e Tarrantez . Produtor Cooperativa vitivinícola da Ilha do Pico Enólogo Maria Álvares . Tipo Branco Ano 2011 . Álcool 13,5% 
  

Escolhi para início deste novo ano de publicações, uma referência incontornável dos vinhos Açorianos, um habitué neste blog, Frei Gigante, versão 2011Um Picaroto de destaque, já aqui apresentado nas suas colheitas 2007 e 2009. Para conhecerem um pouco mais, poderão sempre rever as edições anteriores.
  
Este é provavelmente o vinho Açoriano, que mais recomendo, não só por se tratar de um dos melhores produzidos nos Açores, mas também por ser aquele que melhor relação qualidade/preço apresenta. Como já referi um vinho obrigatório para quem quer realmente conhecer os vinhos Açorianos.

Em minha opinião igualmente obrigatória, deveria ser a sua presença em toda a carta de vinhos da restauração Açoriana, acredito que para quem visita os Açores será um prazer degustar este Frei Gigante com alguns dos nossos excelentes pratos de peixe e marisco.

   
(Arroz de Cherne)

Gostaria ainda de deixar aqui um elogio à CVIP (Cooperativa Vitivinícola da ilha do Pico), pela manifesta preocupação que tem vindo a demonstrar com a imagem dos seus vinhos. Parabéns pela nova roupagem deste seu Frei Gigante 2011, e do seu novo Lagido Reserva 2004.

Provei este Frei Gigante 2011 praticamente quando chegou ao mercado, pareceu-me precisar de um pouco mais de tempo. Voltei a prová-lo mais umas quantas vezes. Em boa verdade, pareceu-me que paulatinamente veio a evoluir no bom sentido. Pessoalmente acho que este vinho ganhou um pouco mais de finura e elegância relativamente às colheitas anteriores. Continua no patamar de referência que nos habituou.

Notas de Prova

Aspeto amarelo palha, límpido e levemente brilhante. Aroma medianamente intenso, marcado essencialmente pela tropicalidade do ananás e de ténues sugestões a melão, envolto num suave toque mineral. Paladar seco, a confirmar as sugestões frutadas do aroma, temperado por uma boa acidez e uma mineralidade que lhe confere frescura. Corpo médio, final de boca levemente persistente e subtilmente salgado.
  
Nota Pessoal: 16
Preço(Ref): €6,50 (Açores)  


terça-feira, outubro 23, 2012

Redoma Rosé 2011



Região (Doc) Douro . Castas Tinta Amarela, Touriga Franca e Outras Produtor Niepoort Vinhos, Sa . Enólogo Dirk Niepoort Tipo Rosé .  Ano 2011 . Álcool 12,0%

Notório, o espaço que os rosés têm vindo a ganhar nestes últimos anos. Feitos para serem bebidos bastante jovens, são vinhos detentores de uma coloração rosada bastante apelativa, promovem sensações de uma agradável leveza e frescura, assim como nos podem oferecer interessantes harmonizações.

Na realidade em Portugal, os rosés eram poucos e salva um par de excepções, com níveis de exportação muito interessantes, eram na sua generalidade olhados de lado por muitos. Reflexos, de uma fraca qualidade que perdurou tempo demais, talvez por um mercado que por sua vez também nunca se mostrou muito exigente.

contacto praticamente inexistente com rosés de grande qualidade, oriundos de outras paragens, Sul França (Provance, Côtes du Rhône) ou mesmo de Toscana em Itália, também viria a contribuir para que não se valoriza-se o potencial deste vinho, à conta desta empatia generalizada viria-se a protelar a aposta na melhoria da sua qualidade e consecutivamente os olhares  enviesados  para estes  rosés, em Portugal, mantinham-se.

Felizmente hoje em dia, apesar do muito trabalho que há ainda a fazer, já começa a ser
visível o esforço que tem vindo ser despendido na concepção destes vinhos, a precessão da existência de algum potencial e de um nicho de mercado a explorar, levou a que se começa-se olhar para os rosés com outro cuidado e empenho.

Em 1999  a Niepoort, lança o seu primeiro rosé, alguns anos depois, pelas mãos  do seu produtor chega-me a versão 2011 deste Redoma Rosé, confesso que estava expectante por se tratar de um Redoma, esperava algo diferente e desafiador, o que de resto acabaria por se vir a verificar. Um rosé com um registo algo diferente e muito interessante.

A origem em cepas com idades entre os 30 e 60 anos, uma fermentação em barricas novas de carvalho francês, e o estágio de 6 meses em Inox, foram obviamente determinantes para a qualidade deste vinho.

N
otas de Prova


Um rosé sério, quase sisudo se tivermos presente o perfil jovial com que  estes vinhos habitualmente se nos apresentam. Gostei! Gostei da seriedade, da forma e do estilo com que se apresentou. Um Rosé de quem arriscaria a dizer que uma breve guarda poderá despoletar boas surpresas.
Claramente um vinho de perfil gastronómico, feito para ser degustado à mesa.

Aspecto rosado vivo e levemente brilhante. Aroma intenso, marcado por notas a fruta de baga vermelha e um leve toque vegetal, brindado por um subtil especiado e uma envolvência mineral muito correcta que lhe potencia a frescuraPaladar desafiante, marcado por uma secura moderada, com boa fruta, num conjunto fino, complexo e bem estruturado, uma boa acidez  e um final elegante e persistente.
  
Nota Pessoal: 16
Preço: €7,20 (Ref.)
  
PS. Amostra enviada pelo produtor.

sexta-feira, setembro 28, 2012

Diálogo 2010 (T) e Diálogo 2011 (B)





Da família "Fabulosos", denominação Niepoort para estes seus vinhos cujo o nome e a roupagem ganham especificidades conforme o País a que se destinam, eis a sua última geração para o mercado Português, Diálogo 2010 (tinto) e Diálogo 2011 (branco).

Em 2002  Dirk Niepoort  cria um novo conceito. Para o mesmo vinho um rótulo desenvolvido especificamente para cada mercadoÉ de facto um conceito extremamente interessante e inovador, e pelo que sei um case study.

Estes vinhos, para além do seu agradável e prazeroso néctar, pretendem também, através dos os seus criativos rótulos, ilustrados por artistas locais, cujo a temática envolve normalmente menções históricas, vínicas e outras alusões a factos típicos e circunstanciais dos Países a que se destinam, captar-nos a tenção e despertar-nos a curiosidade

Esta é a entrada de gama da Niepoort, vinhos feitos para serem agradáveis, para se beberem e desfrutar, ideal para fomentar o gosto e a curiosidade pelo vinho, assim como, em outras paragens, uma boa forma de abordagem  ao vinho Português.



Diálogo - Tinto 2010
 

Região: Douro
Castas: Touriga Franca,Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Outros
Tipo: Tinto
Ano: 2010
Álcool: 13,0%


  
Notas de Prova:

O mesmo vinho a mesma colheita? Não obstante a diferença de rótulos, em que o Diálogo Guimarães 2010, associa a Niepoort à celebração da cidade de Guimarães, Capital Europeia da cultura 2012, não existem diferenças entre estes Diálogo 2010, foi esta a convicção com que fiquei após os ter provado, estarei errado? Não creio,  mas ...

Sem duvida um vinho bem feito, correto e fresco, encerra em si alguma tipicidade Duriense e cumpre muito bem o seu propósito.

Aspecto rubi. Aroma fresco marcado por notas a frutos vermelhos e um leve toque a vegetal entre o mato e o adocicado da erva seca. Paladar  polido, dominado pela frescura da fruta e uma leve envolvência vegetal, um tinto bem arrumado e sem arestas, termina razoavelmente longo e agradável, excelente aptidão gastronômica .
  


Nota Pessoal: 15,5
Preço: €7,25 (Ref.)  




Diálogo - Branco 2011
  

Região: Douro
Castas: Rabigato, Codega do Larinho, Gouveio, Dona Branca, Viosinho, Bical e Outras
Tipo: Branco 
Ano: 2011
Álcool: 13,5%







Notas de Prova:

Um Diálogo branco na sua segunda edição, a mesma filosofia, o mesmo conceito. Uma entrada de gama da Niepoort, feito para cativar e agradar.

Um vinho cujo o registo parece-me adequado para o tipo de perfil expectável para este vinho, em minha opinião, falta-lhe apenas um pouco mais de afinação.

Um vinho, que ganha claramente alguma definição e equilíbrio após algum tempo de arejamento. Certamente encontrará uns quantos que lhe apregoarão os méritos.


Aspecto amarelo citrino, levemente brilhante Aroma discreto marcado por leves notas cítricas, e ténues sugestões florais, envoltas num adocicado que se embrenha por entre uma suave mineralidade. Paladar menos evidências cítricas, e mais pêssego sumarento. Bom volume de boca, e uma ligeira acidez que retempera o conjunto e atenua, de certa forma, o subtil açúcar residual presente num final de boca levemente persistente e prolongado. 



Nota Pessoal: 15,0
Preço: €6,20 (Ref.)

  

PS. Amostras facultadas pelo produtor  

domingo, junho 24, 2012

Periquita - Reserva 2009



Região: Setúbal
Castas: Castelão, Touriga Nacional e Touriga Franca
Produtor: José Maria da Fonseca
Enólogo: Domingos Soares Franco
Tipo: Tinto
Ano: 2009
Álcool: 13,0%
  
Vinhos que perpetuam marcas e marcas que perpetuam vinhos. Desta feita um Periquita, na sua versão tinto, aquele que efectivamente carrega em ombros uma marca de outros tempos. Com registo datado de 1941  assume-se como a mais antiga marca de vinhos de mesa em Portugal.

Periquita o Castelão de José Maria da Fonseca, ou melhor o Castelão da Cova da Periquita, foi assim que o sucesso de uma casta (Castelão Francês) trazida do Ribatejo para a Península de Setúbal por volta de 1846, viria a ganhar nome próprio  "Periquita".

O vinho é cultura é tradição, carrega em si histórias das gentes e dos locais de onde vêm, e este é sem duvida um dos seus grandes fascínios, por isso mesmo o vinho vai muito para alem daquilo que um copo encerra, a pesar da minha constante preocupação em ser o mais objectivo possível, não me canso em aludir-vos! Envolvam-se, questionem, queiram saber das histórias, das castas, queiram saber deste mundo maravilhoso que o copo muitas vezes por incapacidade não nos consegue transmitir.

Comecem por aqui! Por visitar o site deste produtor JMF, queiram conhecer aquilo que não vos transmiti, não por não achar relevante, mas por achar que este trilho terá de ser vosso.

Agora è esta minha opinião sobre este belo tinto!  

Notas de Prova:

Um tinto agradável e consensual, para quem tem acompanhado colheitas anteriores um vinho de perfil perfeitamente consolidado. Penso que ao nível de provedores estes são pontos também eles consensuais. Todavia, pessoalmente acho que este vinho ganha ao ser bebido a temperaturas mais baixas, entre os 13 e 14 graus, atenua-lhe a jovialidade e a doçura da fruta. Claramente um vinho feito para ser bebido desde já, mas um pouco mais tempo poderá lhe promover alguma sobriedade.

Aspecto rubi de intensidade média. Aroma inicialmente discreto, perde um pouco da timidez inicial ao longo da prova. Com evidencias para as notas a boa fruta groselha e amora negra, alguma infusão e um levo toque a pimento. Paladar suave, de carácter frutado, num conjunto bem equilibrado e macio, taninos   bem arrumados e sem arestas, termina mediano no comprimento e intensidade.


Nota Pessoal: 16,0
Preço: €8,00 (Ref.)


PS. Amostras facultadas pelo produtor.
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