EnglishFrenchGermanSpainItalianDutchRussianJapaneseChinese Simplified

 

Mostrar mensagens com a etiqueta 05 - 10 Eur.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 05 - 10 Eur.. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, dezembro 23, 2019

Herdade do Portocarro 2015

   
Herdade do Portocarro 2015 / Setúbal / Tinto / 13,5% 
Aragonez,Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional
Herdade do Portocarro 


Situada a sul de Lisboa, no concelho de Alcácer do Sal, a Herdade do Portocarro, apesar inserida na região demarcada da Península de Setúbal, fica geograficamente localizada no Alentejo.  Dos seus 140ha, 15ha são de vinha, meticulosamente disposta, em três parcelas, por forma, a melhor garantir o perfil de vinhos idealizado por José da Mota Capitão, considerado, pela Wine, o melhor produtor nacional em 2016.

Apesar da simpatia que nutro, há já uns bons anos, por este projeto vitivinícola, é a primeira vez que aqui vos trago um dos seus vinhos! No caso, este belíssimo Herdade do Portocarro 2015, um tinto de excelente recorte, pleno de sobriedade e elegância.

De tom rubi profundo, Aroma discreto, com boas notas a fruta madura e com um leve e cordato tom especiado  amparado por requintados apontamentos a tosta. Na boca mostra-se amplo, macio e sedoso, onde taninos finos e polidos sustentam a elegância e consistência do conjunto. Final, bastante longo e persistente. Sem duvida um belo tinto e com uma excelente relação qualidade/preço! 
 

 Not. 16,5

 Pvp: €10,50(Ref.) - €7,75(Promoção) 

terça-feira, janeiro 26, 2016

Tinto da Talha Grande Escolha - Prova Vertical de 2003 a 2010





Sem dúvida uma das mais interessantes e desafiantes provas que efetuei nestes últimos tempos! Uma prova vertical de 2003 a 2010 de um premium  Roquevale,   "Tinto da Talha - Grande Escolha".

Foi com enorme satisfação que pude aferir da excelente capacidade de evolução destes Tintos da Talha - Grande Escolha!

Desde logo o nome "Tinto da Talha" surge como uma alusão à tradição Romana da vinificação em talhas de barro, técnica resgatada e utilizada por alguns produtores no Alentejo, de onde são originários os vinhos aqui apresentados, mais propriamente do concelho de Redondo, onde a  Roquevale, possui duas herdades com cerca de 135 hectares de vinha.

Tudo começa por volta década de 70 com a plantação das primeiras vinhas. Em boa verdade o pontapé de saida para o projeto que, em 1983, se viria a formalizar com a constituição da empresa Roquevale.
Em 1996, Joana Roque do Vale, assume a responsabilidade enológica da Roquevale, passando a rubricar desde então todos os seus vinhos,  nomeadamente, "com carinho especial", estes "Tinto da Talha - Grande Escolha".

Conheça Aqui! um pouco mais sobre a história deste produtor, que é tão-somente um dos maiores produtores privados do Alentejo, com um leque variado de vinhos totalmente norteados pela sua relação qualidade/preço .



Prova Vertical - Tinto da Talha Grande Escolha (2003 -2010) 










Tinto da Talha Grande Escolha - 2003
(Touriga Nacional e Aragonez)

Cor grenat de intensidade média/profunda. Bouquet, bastante expressivo e algo fresco, marca-do ainda por excelentes notas a fruta elegante e levemente alicorada, envolto num delicioso tom abaunilhado. Na boca boa estrutura e ainda bastante vivo, taninos firmes mas bastante sedutores, termina longo e percistente.
Um vinho que, dados os seus treze anos, se apresenta com uma saúde irrepreensível. Com algum deposíto como tal deverá ser decantado. Atenção à rolha.
Nota Pessoal:16,5


Tinto da Talha Grande Escolha - 2004
(Syrah eTouriga Nacional)

Cor grenat de intensidade média/profunda. Bouquet, algo expressivo, subtilmente marcado por, uma fruta ainda fresca mas tímida que se embrenha num igualmente tímido toque floral, deixando um pouco mais de protagonismo para as notas abaunilhadas e subtilmente fumadas.
Na boca fresco e elegante, bom equilíbrio e afinação, taninos finos e muito bem integrados que em conjugação com a sua correta acidez proporcionam-lhe um fim de boca longo e persistente.
Um vinho com uma belíssima vivacidade e elegância, sem grande risco aposto que veio esta finesse com a idade.
Nota Pessoal:16,5


Tinto da Talha Grande Escolha - 2005
(Touriga Nacional e Aragonez)

Cor grenat de intensidade média. Aroma algo discreto, marcado por notas a fruta alicorada, levemente especiado, com uma envolvência em tons abaunilhados. Inicialmente denota-se um subtilíssimo tom um pouco mais químico, muito interessante. Na boca fresco e pujante, taninos firmes mas bem domados, final longo e levemente persistente.
Numa 1ª prova (sem grande tempo de arejamento) este vinho apresenta o já referido tom levemente químico? (que lhe dá alguma graça), numa 2ª prova (já com umas horas de arejamento), o tom evolui ??? e desta feita, perde um pouco de graça . Mas continua muito bem! 
Nota Pessoal:16,5/16



Tinto da Talha Grande Escolha - 2006
(Syrah eTouriga Nacional)

Cor grenat de intensidade média. Aroma medianamente intenso, marcado por notas a fruta alicorada, ponteada por um leve tom floral, e alguma pimenta. Denota-se ainda leves notas tostadas. Na boca fresco mas não tão seco como as colheitas anteriores, bom equilíbrio, taninos e acidez cordata. Final de boca médio.
Uma colheita que apesar de não ser propriamente das colheitas que mais me agradaram, está sem dúvida um belo tinto.
Nota Pessoal:16


Tinto da Talha Grande Escolha - 2007
(Syrah e Alicante Boushet)

Cor levemente grenat de intensidade profunda. Aroma, com boa intensidade, marcado por, subtis notas a fruta silvestre macerada em álcool e um leve toque a pimenta, boas notas abaunilhadas e subtilmente fumadas. Na boca fresco e elegante, bom equilíbrio, corpo médio, taninos finos e muito bem integrados que em conjugação com a sua correta acidez. Fim de boca longo e persistente.
Um vinho que continua em excelente forma.
Nota Pessoal:16,5


Tinto da Talha Grande Escolha - 2008
(Aragonez e Alicante Boushet)

Cor rubi carregado, profundo. Aroma intenso, marcado por, notas a fruta em passa, resultando notas adocicadas algo especiadas, abaunilhadas e subtilmente tostado. Na boca, boa estrutura, vigoroso, taninos bem dimensionados, sobressaem mais algumas notas a tabaco, café …, termina longo e persistente.
Uma colheita um pouco mais pujante, mas muito interessante, grande potencial para pratos condimentados. O Bom Alentejo.
Nota Pessoal:16,5


Tinto da Talha Grande Escolha - 2009
(Touriga Nacional e Alicante Boushet)

Cor rubi, medianamente profundo. Aroma intenso, marcado por, notas a fruta algo compotada que se misturam com um tom mais floral, tons a baunilha e café. Na boca, boa estrutura e equilíbrio, fresco, taninos finos e bem integrados, termina longo e persistente.
Um vinho que poderá vir a evoluir ainda um pouco mais com mais algum tempo em garrafas, contudo desde já uma grande companhia para a mesa.
Nota Pessoal:16


Tinto da Talha Grande Escolha - 2010
(Aragonez e Touriga Nacional)

Cor rubi, pouco profundo. Aroma intenso, pejado de notas a fruta silvestre embrenhada num tom expressivamente floral e subtilmente tostado. Na boca, fresco, taninos finos, e bem integrados, conjunto equilibrado, medianamente encorpado, denota-se ainda alguma acidez que certamente se irá atenuar com o tempo, algumas evidências as notas mais tostadas. Termina longo e persistente.
Um vinho que de certa forma, na 1ª prova, vai buscar alguma semelhança à colheita de 2005, um toque químico"?" que lhe dá alguma distinção. Um vinho que tudo indica que crescerá muito com mais algum tempo de garrafa.
Nota Pessoal:16.


Tintos com grande capacidade de evolução, de grande consistência, marcados por uma tipicidade inconfundivelmente Alentejana e que, em minha opinião, apesar de chegar ao mercado já com alguns anos de garrafa e bastante prazeroso, não posso deixar de o aconselhar a guardar algumas garrafas para poder, mais tarde, vir desfrutar do potencial de evolução deste belíssimo tinto Alentejano.


Roquevale S.A.

Herdade do Monte Branco
7170-999 Redondo
Tel: (+351) 266 989 290
E-mail: geral@roquevale.pt

sábado, dezembro 12, 2015

Cistus Reserva 2011



Região (DOC): Douro / Castas: Touriga Nacional(38%), Touriga Franca (20%) e Tinta Roriz (42%) / Produtor: Quinta do Vale da Perdiz - Soc. Agrícola, Lda. / Enólogo: Manuel Angel Areal  / Tipo: Tinto / Ano: 2011 / Álcool: 14,5%. 


Já se passaram mais de cinco anos, desde que, aqui apresentei o, Cistus Reserva 2007, em boa verdade, também foi largo o tempo que, por vezes, daqui me ausentei! Não por parca vontade, mas pelas contingências de um tempo que teimou em escassear.

Agora! O que conta é este Cistus Reserva 2011, um belo tinto nascido no coração do Douro Superior, fruto do querer do Eng. António Fernandes e do saber do enólogo Manuel Areal.
Da sua história vale a pena saber um pouco mais! Aqui,  será, dos sítios, certamente, o que mais propriedade terá para o elucidá-lo.

Deste,  Cistus Reserva 2011, destaco o reforço da presença da Touriga Nacional, em detrimento da Touriga Franca. Não sei a partir de que colheita esta alteração ocorreu, contudo e sem a pretensão de querer entrar em suposições, enológicas, estereis para muitos dos cá vêm, gostaria apenas salientar, "que me parece" ter havido aqui, algum ganho de expressão aromática e de uma generoso aumento de capacidade para vir a evoluir em garrafa, mostrando-se "promissor" para vir agradar por um bom punhado de anos.
Os 14 meses de estágio em barricas de carvalho Americano e Francês, meio por meio, em traços largos, e como sua função, vieram para lhe premiar a estrutura e a complexidade. 
O resultado, este, está à vista um belo tinto duriense, que apesar da evidencia de estar ainda ligeiramente jovem, é seguramente, desde já,  uma belíssima escolha.   

Tinto de tom rubi algo carregado, nariz bem expressivo, intenso e fresco, pejado de notas a fruta silvestre negra, boas notas vegetais a esteva e algo especiado, onde tons de chocolate se combina com leves apontamentos a tosta. Na boca mostra-se fresco, elegante, com um corpo bem dimensionado, taninos firmes mas finos que em conjugação com a cordata acidez determinam um final de boca algo longo e persistente.

Quero ainda salientar que este é, certamente, um vinho que irá agradar a muita gente, um entrada de gama alta, com uma relação qualidade/preço amistosa. 

Nota Pessoal:16,5
Preço: €9,99 (Ref.)



Quinta do Vale da Perdiz - Soc. Agrícola, Lda
Quinta da Ferreira
5160 Torre de Moncorvo
Tel: (+351) 279 252 077
E-mail: qvp@qvp.com
Site: www.qvp.pt

sábado, dezembro 05, 2015

Brancos Açorianos " Frei Gigante 2014"


Apresentar alguns dos mais referenciados vinhos Açorianos tendo como cenário, as Sete Cidades, um dos locais,  mais encantadores e emblemáticos dos Açores era há muito meu intuito.

Apesar desta deslumbrante paisagem, da ilha de São Miguel, não ter propriamente relação direta com os vinhos aqui apresentados vem, como cenário, claramente dignificar esta bela montra de brancos açorianos.





(2º Lote  de brancos Açorianos de 2014)


Deste lote,  praticamente idêntico ao aqui apresentado o ano passado, colheita 2013, saiu aquele que, em minha opinião, é o branco Açoriano de 2014 com a a melhor relação qualidade/preço.

Um dos vinhos açorianos que maior consistência tem apresentado ao longo destes últimos anos, o Frei Gigante. Desde 2007 que o acompanho,  ano após ano, e lhe reconheço, praticamente em "quase" todas as suas colheitas, qualidades dignas de referência entre elas a sua belíssima capacidade de evolução em garrafa.

Tendo em conta que o mote deste artigo são os melhores brancos açorianos de 2014, não poderia deixar de aqui fazer uma breve referência aos recentes vinhos da Azores Wine Company. Vinhos que muito me agradaram e dos quais destaco o seu Arinto dos Açores 2014, talvez um dia, aqui no Lugar de Baco, como o vinho de 2014 da Azores Wine Company que, em minha opinião. mais se distinguiu.

Voltando ao protagonista deste post o Frei Gigantejá aqui, inúmeras vezes, apresentado, é dos dos brancos açorianos, que mais recomendo, este é, em minha opinião, uma escolha segura. Como reconhecimento cá está, novamente, agora na sua ultima versão,  2014.


Região (DOC): D / Castas: Arinto (90%), Verdelho e Tarrantez Produtor: Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico / Enólogo: Maria Álvares  / Tipo: Branco / Ano: 2014 / Álcool: 13,5%. 


De tom amarelo citrino, nariz algo discreto onde a tropicalidade da fruta se insinua por delicadas notas a ananás, embrenhado por um toque toque a madeira e um subtilíssimo tom enxofrado. Na boca, mostra-se um branco cheio,  fresco e seco,  com uma excelente acidez a marcar-lhe a elegância e um fim de boca longo e persistente.

Penso que apenas me falta, uma vez mais, dar os parabéns à CVIP.

Nota Pessoal:16
Preço: €7 (Ref.)



Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico
Avenida Padre Nunes da Rosa, 29
9950-302 Madalena
Tel: (+351) 292 622 262
E-mail: geral@picowines.net

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Morgado de Sta. Catherina Reserva 2012



          Região (DOC): Bucelas / Castas: Arinto / Produtor: Quinta da Romeira Sa /        Enólogo: João Corrêa / Tipo: Branco / Ano: 2012 / Álcool: 14%.


Talvez por ser um excelente Arinto. Talvez por ser, apenas, um dos brancos de Bucelas que mais aprecio. Ambas fortes razões para seja um habitué cá do sitio! Agora na sua versão 2012.

Gostaria, como nota introdutória, caso já não o tenham feito anteriormente, de vos propor a leitura de umas breves linhas de enquadramento histórico, sobre o vinho de Bucelas,   Aqui, narrado a quando a apresentação do Morgado de Sta. Catherina Reserva 2010.

No entanto em boa verdade, no meu artigo anterior, pouco ou nada referi  sobre a  Quinta da Romeira, não me quis alargar demasiado e acabei omitindo alguns factos que não deixam de ser, de certa forma, relevantes para o enquadramento do vinho que aqui vos trouxe. A Quinta da Romeira, existe desde 1703, teve sem dúvida alguma um papel determinante no reconhecido mérito do Arinto de Bucelas. Dos seus 130ha,  75ha são vinha. Para termos uma ideia ,  Quinta da Romeira, detém 37,5%, de toda a área de vinha existente na região de Bucelas, área que ronda sensivelmente os 200 ha.

Atualmente, a Quinta da Romeira é propriedade, recente, da Wine Ventures, liderada por Francisco de Sousa Ferreira, o seu principal acionista. A enologia ficou a cargo de Manuel Pires da Silva e da jovem Maria Godinho, contando ainda  com a preciosa colaboração de Manuel Vieira . Um projeto que se reforça e renova com a entrada, das novas ideias e vontades, destes  exprientes e reconhecidos senhores.

Um Arinto de grande classe, é o que me apraz adjetivar quando me refiro a este Morgado de Sta. Catherina Reserva 2012. Um vinho que nos continua a brindar, na sua essência, com os predicados com que nos habituou nas suas colheitas anteriores.

Um branco de tom citrino claro, no nariz, mostra alguma exuberância, os tons cítricas embrenha-se em notas de ananás maduro e algum maracujá, notas subtis mel e uma evidenciada tosta proveniente das barricas. Na boca mostra-se algo cheio, untuoso e com grande equilibrio,  sustentado por uma excelente acidez que lhe determina a elegância e um fim de boca muito prazeroso.

Penso que após tudo o que aqui referi ficou claro o meu enorme agrado por este Arinto! Recomendi-lhe vivamente a sua harmonização com pratos de peixe, carnes brancas e alguns queijos, não muito intensos, mas que exijam um branco já com alguma estrutura.

Nota Pessoal:16,5
Preço: €9 (Ref.)



Quinta da Romeira SA

2670 - 678 Bucelas
Tel: (+351) 219 687 023 / 219 687 071
E-mail: nfo@wineventures.eu
Site: www.wineventures.eu

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Curral Atlântis Verdelho e Arinto 2013


Região (DOC): Açores-Pico / Castas: Verdelho e Arinto  Produtor: Curral Atlântis / Enólogo: Paulo Laureano / Tipo: Branco / Ano: 2013  / Álcool: 14,5%.


Para inicio deste novo ano, escolhi um vinho Açoriano. Curral Atlântis (Verdelho e Arinto) 2013o vinho Açoriano de 2013 que, em minha opinião, melhor espelha a qualidade dos vinhos que os Açores têm para oferecer, um vinho Curral Atlântis.

Cada vez mais são as vozes que, impelidas pelo agrado, se manifestam surprendidas com os vinhos Açorianos.  " Não fazia ideia ...! Está muito bom! ".


Este é realmente um exemplo de um belíssimo branco, oriundo da ilha do Pico, onde as castas, Verdelho e Arinto dos Açores, através de uvas que brotam de cepas resguardadas por currais de basalto negro, assumem uma expressão muito própria, fazendo destes, vinhos realmente singulares. 



Prova de um dos lotes de vinhos Açorianos de 2013.


Um branco de tom amarelo citrino e aroma marcado pela tropicalidade do maracujá e ananás maduro, na boca, redondo, muito harmonioso e equilibrado, onde a fruta madura envolvida por uma excelente acidez e um subtilíssimo toque a maresia, marca-lhe o seu excelente potencial gastronómico.

Um vinho com um pendor gastronómico diferenciado, premiando harmonizações com entradas e pratos de alguma complexidade agridoce. Vale mesmo apena experimentar!


Nota Pessoal:16
Preço: €9 (Ref.)



Curral Atlântis

Travessa do Valverde
9950-365 Madalena
Tel: (+351) 292 622 534
E-mail:curraldeatlantis1@sapo.pt

segunda-feira, setembro 15, 2014

Moscatel Roxo (rosé) 2013

  

Região (Doc): Setubal / Castas: Moscatel Roxo / Produtor: José Maria da Fonseca / EnólogoDomingo Soares Franco / Tipo: Rosé / Ano: 2013 / Álcool:12,5%


Fugazmente se foram as férias, tempos de descanso, de retemperar forças. Do largo lote de vinhos degustados, ficou-me nas graças, entre outros, este Moscatel Roxo (Rosé) 2013, um vinho José Maria da Fonseca, apresentado sob a chancela "Coleção Privada"  Domingos Soares Franco. 

Desde logo o seu tom rosado salmão, aberto, apela à nossa atenção, tal como o seu aroma fresco e de boa intensidade, marcado por elegantes notas florais (rosas...) e algumas sugestões a citrinos e morangos. Na boca mostra-se seco, fresco e subtilmente complexo, marcado pelas boas notas a fruta, grande equilíbrio e finura. Muito interessante! 

Despretensiosamente distinto, um rosé que se vai evidenciando, num mercado em que os rosés vão paulatinamente ganhando algum espaço. Vale a pena experimentar! 


Nota Pessoal: 16
Preço: €10 (Ref.)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...